Nossa Grande Família ( VI ) – Antunes


Antonio Mineiro e sua charrete.

Antonio Antunes Júnior foi meu bisavô pelo lado materno. Nasceu em 11 de fevereiro de 1889 em Mogi Mirim, SP, filho de Antonio Antunes, legítimo português, e de Francisca de Paula Romana, natural de Ouro Fino, MG.

Apesar de paulista, era conhecido no bairro como Antonio Mineiro, sujeito de gênio forte e pavio curto. Lavrador e conhecido amansador de cavalos, morava em Santana, sendo que sua casa ficava ali no finalzinho da Av. Princesa Izabel, antes da última curva, e suas terras avançavam tanto pro lado da Vila Cristina quanto pro lado do Rio Paraíba, onde construiu diversas casinhas de quarto-cozinha que alugava e lhe dava sustento na velhice.


A casa de meu bisavô, década de oitenta. Hoje é um depósito de bebidas…

Foi nessa casa que o conheci e apesar de ele ter falecido em 3 de maio de 1974, no dia seguinte dos meus recém completadados cinco anos, ainda lembro-me dele – em especial de sua cadeira de balanço, que ficava bem na cozinha de piso de caquinhos e cimento queimado, ao lado de uma pesada e rústica mesa, bem próxima do filtro de barro empertigado no canto da parede. Eu costumava ficar em seu colo e ronda-me na memória a curiosidade que eu sentia em tentar descobrir como é que aquele negócio, que era uma cadeira, ficava indo pra frente e pra trás…

Meu bisavô casou-se três vezes. Seu primeiro casamento foi com minha bisavó, Dyonisia Maria de Jesus, em 1907 – poucos meses após o falecimento de seu pai, o português Antonio Antunes.


Antonio, Dyonisia e suas duas filhas.

O casal teve apenas duas filhas: Benedicta Dyonisia Antunes (a “Tia Dita”) e Maria Dyonisia de Jesus, minha avó. Entretanto Dyonisia, a primeira, minha bisa, faleceu em 1914 durante o parto daquela que seria sua terceira filha – mas ambas não resistiram. Minha avó tinha apenas dois anos quando ela faleceu.

O segundo casamento de meu bisavô se deu em 23 de dezembro de 1916, com Maria José do Nascimento, mineira de Conceição dos Ouros, nascida em 1900, filha de João Baptista do Nascimento e de Francisca Floriano de Jesus.


Antonio, Maria José, as duas filhas do primeiro casamento e três do segundo.

Além de criar as duas enteadas, Maria José teve ainda dezoito filhos. É isso mesmo: DE-ZOI-TO! Mas destes somente nove sobreviveram… Ela faleceu em 21 de janeiro de 1942, durante o parto da última das crianças.

Nesse meio tempo Dyonisia, sua filha caçula do primeiro casamento (minha avó), acabou casando com meu avô, Bernardo Claudino Nunes, em 1931. Tiveram duas filhas: Dionísia Nunes (minha tia, hoje na Itália) e Bernardete Nunes, minha mãe. Entretanto Dyonisia, a segunda, minha avó, faleceu em 1945 de doença desconhecida. Minha mãe tinha apenas dois anos quando ela faleceu.


Meus avós: Maria Dyonisia e Bernardo.


Meu avô Bernardo, Antonio Mineiro e meu tio-avô Claudino.

Já o terceiro casamento de meu bisavô foi por volta de 1944 com Guilhermina Libano (também encontrada como “Libaneo” ou “Libânio”), nascida em 10/10/1897 em Borda da Mata, MG, filha de João Baptista Libânio e de Maria José Libânio. Quando minha avó faleceu, meu avô trabalhava em São Paulo e precisou deixar suas filhas (minha tia e minha mãe) com Antonio e Guilhermina, em São José dos Campos.

E foi ali, naquela casa, que minha mãe cresceu e veio a conhecer um tal de José Bento de Andrade (vulgo meu pai), moçoilo garboso, vindo da roça e cheio de boas intenções… Diz a lenda que quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro para Seo Antonio Mineiro, ele olhou bem fundo nos olhos daquele rapagote, esticou a mão mantendo três dedos levantados e foi dizendo enquanto abaixava cada um dos dedos:

“Quer casar, hein? Então senhor José entenda que comigo a coisa funciona assim: são três meses para namorar (baixa um dedo), noivar (baixa outro dedo) e casar (baixa o terceiro dedo e mostra um ameçador punho fechado)…”

Se foi por isso ou não, sinceramente não sei. Só sei que não demorou muito pro casalzinho estar bem casado…


Meus pais: Bernardete e José Bento.

Antonio e Guilhermina não tiveram filhos. Após o falecimento dele meu pai construiu uma edícula no fundo de nossa casa e ela veio morar conosco. Cresci chamando-a de “vó”, sem, na época, conhecer a linha complexa de parentesco que nos ligava. Adorava seus pastéis fritos, cuja massa ela mesma fazia, bem como lhe era grato pelos trocados que de vez em quando nos dava – “um agrado”, ela dizia. De minha infância, boa parte enfiado no quintal de casa onde havia um pequeno pomar, eu costumava passar horas em sua companhia, brincando à sua volta, e ouvindo histórias e estórias, as quais infelizmente se perderam no tempo. Faleceu de infarto agudo do miocárdio às 16h50min de 17/04/1982 no Hospital de Clínicas de Curitiba, PR, enquanto visitava seus parentes. Está sepultada junto com meu bisavô, no Cemitério de Santana, em São José dos Campos, SP, na quadra 01, jazigo 1291.

Mas como já havia dito, minha mãe foi criada pelos avós (meus bisavós) e – já devem ter percebido – curiosamente houve uma espécie de ciclo em que histórias se repetiram em gerações consecutivas. Mas ninguém melhor que minha própria mãe, que vivenciou essa história, para contá-la com propriedade. Eis seus apontamentos:

“O tempo passa e a história sempre se repete.

Maria Dionísia de Jesus, nasceu em Borda da Mata, e um ano depois nasceu Benedita Dionísia de Jesus, em 1º de agosto de 1908. Em 29 de outubro de 1909 nasceu outra menina, mas a mãe dessas crianças, Dionísia Maria de Jesus, faleceu no parto – assim como, dias depois, também faleceu a menina.

Mas as irmãs cresceram, unidas e amorosas.

Após dois anos, Antônio Antunes Júnior, seu pai, com dificuldades por ser viúvo e com duas meninas para criar, resolveu se casar com Maria José, que ficou criando as duas meninas e, ao longo de sua vida, teve ainda mais 18 filhos, mas só cresceram Benedita, Palmira, Antônio, João, Bernardete, Helena, Sebastião, Maria Benedita e Aparecida.

Maria Dionísia e Benedita Dionísia, sendo as duas irmãs mais velhas, precisavam trabalhar para ajudar na criação de todos os outros irmãos; enquanto que estes iam para escola, elas ficavam ajudando a madrasta. Maria era muito frágil, e Benedita, mesmo sendo a mais nova, sempre fazia o trabalho das duas, para que nada acontecesse à irmã.

Um dia, Maria, já moça, se casou com Bernardo Claudino Nunes, tendo sido muito doloroso para as duas irmãs se separarem. Maria era moça meiga e dócil, de modo que a madrasta admirava a doçura com que Maria a respeitava e hospedava em sua casa.

Maria tinha os cabelos longos, olhos brilhantes de curiosidade para aprender tudo de bom que havia. Tinha um grande desejo de ser costureira, mas não podia pagar alguém que a ensinasse. Um dia seu marido, chegando em casa disse: “Maria, está aqui um presente. Veja se está a seu gosto.” Ao abrir, que surpresa! Uma máquina de costura, bem usada, mas perfeita, daquelas que eram tocadas à mão – e Bernardo já trouxera também alguns tecidos.

Assim que o marido foi trabalhar, Maria desmanchou uma camisa, passou todos os pedaços, colocou em cima do tecido, cortou e costurou igual a outra, e, quando Bernardo a vestiu, disse: “Perfeito! Ficou muito bom!”. Maria se tornou uma grande costureira, fazia roupas masculinas, femininas, vestidos para noivas e ternos para noivos, ajudando nas despesas do lar.

Já Benedita se casou com Ezechias da Costa Andrade.

Benedita era lavadeira, lavava e passava roupas, e possuía ainda uma hortinha, de modo que os filhos desde pequenos saíam para vender hortaliças, para ajudar o pai, que trabalhava no CTA, em serviços pesados e baixo salário.

Maria teve alguns filhos que faleceram pequenos, um deles se chamava José, sofreu de paralisia infantil, e veio a falecer. Por último nasceu Dionísia, em São José dos Campos, no bairro Pau de Saia. Ali viviam os três, Dionísia, Bernardo, agora carreiro, e a esposa, costureira. Porém, um dia, deu uma doença nos bois de carro e morreram todos. Bernardo, ficando sem saber o que fazer, mudou-se com a família para São Paulo, Capital, no bairro da Lapa, Vila Leopoldina, e foi trabalhar em uma fábrica. A esposa costurava sempre, e após quatro anos nasceu Bernardete, em 10/09/43. Dois anos mais tarde, Maria, que estava doente, muito fraca, veio a casa da irmã Benedita e disse que queria que ela criasse as meninas, pois sabia que podia confiar na irmã. Voltando para São Paulo, foi internada num hospital e faleceu poucos dias depois.

Aí começa novamente a história da vida de duas meninas sem mãe. Só que desta vez a mais velha era mais forte e a menor a mais fraca. Com apenas seis anos de idade Dionísia sentia-se responsável pela irmã e a trazia sempre nos braços para que não chorasse. Ficaram seis meses num orfanato de freiras para que fizesse exames mensais (devido à mãe ter morrido de doença), mas esses exames nunca acusaram nada de grave. Bernardo não sabia mais o que fazer, pois nenhuma pessoa queria cuidar das meninas, e nem mesmo as irmãs não queriam que o pai fosse visitá-las, pois só aumentava o choro das duas quando chegava a hora de ir embora. Foi aí que resolveu trazer as duas meninas para São José dos Campos, no Bairro do Bom Sucesso, para casa dos avós.

Maria José Antunes, a segunda esposa de Antonio Antunes Junior, faleceu no parto do décimo-oitavo filho, e Antonio ficou viúvo pela segunda vez. Depois de dois anos casou-se com Guilhermina Libano, que era natural de Borda da Mata, em Minas Gerais, e ela prontificou-se a criar os enteados e as duas netas.

Mas quando Dionísia fez oito anos o pai a levou para São Paulo, para estudar.

E Bernardete não foi com o pai. Tinha medo de ficar só, pois já tinha perdido a mãe e achava que já havia encontrado uma família. A irmã iria à escola, o pai para o trabalho, e o medo acabou por falar mais alto.

E assim foi a separação das irmãs Dionísia e Bernardete.

A vida é o Trem e o Tempo os trilhos, sempre a separar…”

E, para provar que estamos sempre vinculados a círculos, fadados à repetição em nossas vidas, tenho mais alguma coisinha a acrescentar nessa história, que chegou até nossos dias através dos causos contados em família…

Acontece que Antonio, meu bisavô, na mocidade, enamorou-se de Guilhermina, só que não chegaram a se casar porque suas famílias não o permitiram. Parece que Dona Chiquinha, mãe de Antonio, não aceitava o enlace dos dois pois eram meio que primos. Assim, cada qual tocou sua vida. Antonio casou e enviuvou por duas vezes, enquanto que Guilhermina permaneceu solteira durante toda sua vida.

Quis o destino que voltassem a se encontrar e pudessem consumar o casamento, tão desejado outrora.

Viveram juntos e felizes até o final de seus dias.


Antonio e Guilhermina.

Como costumam dizer por aí, parece que nesse filme da vida só existem cerca de vinte pessoas, e todo o restante são meros atores coadjuvantes…

Mas, apesar de toda essa interessante história acerca dos casamentos do meu bisa, vamos nos ater somente às questões genealógicas e transcrever o que tenho dessa linhagem. Boa parte das informações deste capítulo, assim como nos demais, foram levantadas através de pesquisas em cartórios, certidões de nascimento, casamento e óbito, documentos oficiais diversos, bem como por intermédio de entrevistas junto a diversos familiares. Mas na linha do segundo casamento de meu bisavô, especialmente em 2.7, foi através da transcrição de boa parte das informações contidas no livro Sítio Santa Helena: uma perspectiva histórica, de autoria de Eddy Carlos Souza Vicente (2.7-7.1-1.1)

ANTONIO ANTUNES foi quem deu origem a esse ramo da família Antunes no Brasil. Natural de Portugal, veio para nosso país e casou-se com FRANCISCA DE PAULA ROMANA, natural de Ouro Fino, MG. Ele faleceu em 1907, poucos meses antes do casamento de seu filho Antonio Antunes Júnior. Já ela faleceu em Mogi, alguns anos depois da morte de seu marido.  Tiveram:

1. ALICE.

2. ANTONIO ANTUNES JUNIOR, nascido em 11/02/1889, em Mogi Mirim, SP, e falecido em 03/05/1974, em São José dos Campos, SP, de câncer de próstata. Consta que tinha por profissão lavrador, mas, como sabido, ele amansava cavalos. Está sepultado no Cemitério de Santana, em São José dos Campos, SP, na quadra 01, jazigo 1291.

Casou-se três vezes. Primeiro com DYONISIA MARIA DE JESUS, minha bisavó, que faleceu no parto da terceira filha, em Borda da Mata, MG, em 29/10/1909. Era filha de FLORÊNCIO DE LIMA FRANCO e de BERNARDINA DE JESUS. Com Dyonísia teve três filhas:

2.1. BENEDICTA DYONISIA ANTUNES, a “Tia Dita”. Natural de Borda da Mata, mas registrada em Pouso Alegre, MG. Apesar de constar em sua certidão que nasceu em 1913, na realidade nasceu em 01/08/1908 (ou mesmo antes). Casou-se em São José dos Campos, em 01/06/1935, com EZECHIAS DA COSTA ANDRADE, nascido em São José dos Campos, no Caetê, em 25/07/1909, tendo falecido nessa mesma cidade em 17/09/1986. Após o casamento adotou o nome de Benedicta Dyonisia de Andrade. Ela faleceu em 13/03/2008.

Ezechias (ou Ezequias) era filho de FRANCISCO DA COSTA ARAUJO c.c. JOSEFINA FERNANDES.

Tia Dita, como é era carinhosamente chamada por todos que a conheceram, era uma daquelas pessoas batalhadoras que deram duro a vida toda, sem tomar conhecimento do significado da palavra “descanso”. De suas origens, através das economias conseguidas em seu trabalho como lavadeira e vendendo hortaliças, aliado ao minguado salário de seu marido, conseguiu a muito custo comprar casinha após casinha, passando a viver da locação destas, até conseguir chegar numa posição razoavelmente confortável, amealhando modesta fortuna e garantindo a subsistência de seus oito filhos, todos nascidos em São José dos Campos, a saber:

1.1. JOSÉ ANTUNES DE ARAUJO, nascido em São José dos Campos em 21/04/1936, c.c. MARIA JOSÉ CORREIA – que passou a assinar Maria José Correia de Araujo. Tiveram:

1.1. MEIRE REGINA DE ARAUJO, que de seu casamento com JOÃO CARLOS LEVORATTI teve as meninas:

1.1. PALOMA.

1.2. LETÍCIA.

1.3. VIVIANA.

1.2. BEATRIZ ANTUNES DE ARAUJO, casada com SAULO, pais de:

2.1. ADRIAN.

1.3. ARIOVALDO ANTUNES DE ARAUJO.

1.4. MÁRCIA ANTUNES DE ARAUJO, a Marcinha, minha amiga de infância e colega de trabalho no extinto Banco Nacional S.A., onde desde os anos 80 já registrávamos discussões homéricas sobre qual seria o nosso grau de parentesco e quem seriam os ascendentes em comum. A cada discussão chegávamos a conclusões diferentes… Márcia casou-se com MAURÍCIO DE OLIVEIRA, sendo pais do casal:

4.1. TAÍS DE OLIVEIRA e

4.2. JONAS.

1.2. MARIA JOSÉ DE ANDRADE, nascida em 21/04/1938 em São José dos Campos, SP, casou-se com GERALDO COSTA, após o casamento passou a assinar Maria José de Andrade Costa. Pais de:

2.1. MARIA CRISTINA, que de seu casamento com TARCÍSIO DE CASTRO teve três meninos.

1.1. MARCELO.

1.2. LUCAS.

1.3. RENATO.

2.2. WILSON ROBERTO, separado, e que teve uma filha.

2.1. BRUNA.

2.3. MÁRCIA DE FÁTIMA COSTA, casou-se com GILBERTO, e perpetuou sua linhagem através do casal:

3.1. GABRIELLE, que teve:

1.1. WILLIAN.

3.2. EDUARDO.

2.4. WILTON GERALDO casou-se com MARTA, sendo pais de:

4.1. JEAN.

4.2. RUAN.

2.5. MARINA AUXILIADORA DA COSTA casou-se com REGINALDO, pais de:

5.1. TÁBATA PAOLA.

5.2. TAITÁ.

1.3. APARECIDA DA GRAÇA ANDRADE, nascida em 06/04/1940, em São José dos Campos, SP, solteira, sempre viveu com a Tia Dita.

1.4. SEBASTIÃO DA COSTA ANDRADE, também de São José dos Campos, SP, nasceu em 19/01/1943. Casou-se com LEONÍDIA NUNES (Léia), que passou a assinar Leonídia de Andrade. Pais de:

4.1. ALESSANDRO.

4.2. DANIELA.

1.5. BENEDITA DE ANDRADE, nascida em São José dos Campos, SP, em 03/04/1945, sendo a mais velha das gêmeas. Casou-se com PEDRO DE ARAUJO FONSECA (o “Pedrão”, do depósito de material de construção), com o qual teve os seguintes filhos:

5.1. ROGÉRIO DE ANDRADE FONSECA, que, com SIMONE CRISTINA DOS SANTOS, teve:

1.1. PEDRO FELIPE DOS SANTOS FONSECA.

1.2. JOÃO LUCAS DOS SANTOS FONSECA.

5.2. REGINALDO DE ANDRADE FONSECA.

5.3. ROBSON DE ANDRADE FONSECA.

5.4. [Filha de Benedita e Pedro].

1.6. MARIA DAS DORES ALVES DOS SANTOS, também nascida em 03/04/1945, também em São José dos Campos, SP, sendo a mais nova das gêmeas. Maria casou-se com MÁRIO ALVES DOS SANTOS, falecido em 26/08/2003, sendo sua prole:

6.1. MAURÍCIO.

6.2. MARLI ALVES DOS SANTOS, casou-se com OTÁVIO MELO, e teve:

2.1. BIANCA.

2.2. DÊNIS.

6.3. CLÁUDIO ALVES DOS SANTOS, que casou-se com PATRÍCIA. Tiveram:

3.1. GABRIELA.

3.2. FILIPE.

6.4. CLÁUDIA MARIA DOS SANTOS, que teve:

4.1. PAULA

6.5. CLAUDINEI ALVES DOS SANTOS, casado com VERA, pais de:

5.1. WILLIAN.

6.6. MÁRIO DOS SANTOS JÚNIOR, marido de NATÁLIA, com os seguintes filhos:

6.1. JÚLIA.

6.2. VITÓRIA.

6.3. CARLOS EDUARDO.

6.7. MAURO ALVES DOS SANTOS.

1.7. MARIA DE JESUS ANDRADE, faleceu ao nascer, em São José dos Campos, SP.

1.8. LUIZ CARLOS DE ANDRADE, nascido em 15/09/1956 em São José dos Campos, SP, teve um relacionamento com LEONORA, que resultou em uma filha:

8.1. ISABELLA DE ANDRADE.

2.2. MARIA DIONÍSIA DE JESUS, minha avó, nascida em 15/04/1912 no Bairro do Rio Mogi, em Ouro Fino, MG, e falecida em São Paulo, Capital, em 14/09/1945, de doença que, à época, suspeitou-se ser tuberculose. Casou-se com meu avô, BERNARDO CLAUDINO NUNES, já descrito anteriormente. Ela teve, pelo que sabe, ao menos sete filhos, sendo que os quatro primeiros faleceram bem pequenos.

2.1. DIONÍSIA NUNES, nascida em 26/10/1939 em São José dos Campos, SP, e casada com LELIO SILVANO GALUZZI (também encontrado como GALUZZO), natural de Chieti, Itália. Sua descendência encontra-se descrita no capítulo que trata da Família Nunes.

2.2. JOSÉ, que sofria de paralisia infantil e faleceu com apenas cinco anos de idade.

2.3. BERNARDETE NUNES, minha mãe, natural de São Paulo, Capital, e registrada no cartório da Lapa. Nasceu em 10/09/1943, e casou-se com meu pai, JOSÉ BENTO DE ANDRADE, cujo núcleo familiar vou deixar para descrever em um capítulo à parte.

2.3. Uma menina, nascida em 29/10/1909 e falecida logo em seguida, com apenas um mês, em 29/11/1909.

O segundo casamento de ANTONIO ANTUNES JUNIOR se deu em 23/12/1916, com MARIA JOSÉ DO NASCIMENTO, natural de Conceição dos Ouros, Minas Gerais, nascida em 1900 e falecida em 21/01/1942, em São José dos Campos, SP, filha de JOÃO BAPTISTA DO NASCIMENTO e de FRANCISCA FLORIANO DE JESUS. Além de criar as duas enteadas, Maria José teve ainda dezoito filhos, sendo que faleceu no parto do último. Destes, apenas nove sobreviveram.

2.4. ANTONIO ANTUNES NETTO, o Tio Toninho, possivelmente também encontrado como Antonio Antunes Duarte, casou-se com MARIA JOSÉ ANTUNES DUARTE, nascida em 1911 e falecida em 21/01/1986. Tiveram 5 filhos:

4.1. DORIVAL.

4.2. FRANCISCO, que tinha alguma espécie de “distúrbio mental”.

4.3. JOSÉ BENEDITO, casado e teve um filho.

3.1. [Filho de José Benedito].

4.4. ALAÍDE, casada e teve um filho.

4.1. [Filho de Alaíde].

4.5. MARIA APARECIDA, a “Cida”, casada com FRANÇA. Teve:

5.1. [Filho de Cida e França].

5.2.  [Filho de Cida e França].

5.3.  [Filha de Cida e França].

5.4.  [Filho de Cida e França].

2.5. BENEDITA CONCEIÇÃO ANTUNES DA SILVA, nascida em 08/12/1917 e falecida em 21/06/2000, a “Tia Ditinha”, casou-se com JOSÉ PINTO DA SILVA, nascido em 23/01/1914 e falecido em 06/02/1982, filho de Juvenal Pinto da Silva, nascido em 1874 e falecido em 24/10/1948, que em 1909 casou-se com Ana de Oliveira Arantes, nascida em 13/12/1888 e falecida em 25/03/1967. José tinha por avós paternos Albino Pinto da Silva e Rufina Maria da Conceição, e neto materno de Joaquim Arantes de Oliveira e Cândida de Oliveira Arantes. Tiveram:

5.1. JORGE PINTO, casado com EUSÉBIA PEREIRA DE OLIVEIRA.

5.2. JOÃO PINTO.

5.3. PEDRO.

5.4. ALAÍDE.

5.5. IRENE.

5.6. MARIA.

5.7. PRESCILIANA.

5.8. TERESINHA.

5.9. FRANCISCA.

2.6. BERNADETTE ANTUNES, nascida em 21/08/1928, casou com BENEDITO MANOEL DE SOUSA, adotando o nome Bernardette Antunes de Souza. Ele faleceu em abril de 1960. Após, juntou-se com PEDRO AUGUSTO DE ANDRADE, filho do “Seu” Antério, que já havia sido namorado de Bernardette. Teve, com o primeiro marido:

6.1. MARIA DAS GRAÇAS.

6.2. TEREZA.

6.3. ANTONIO.

6.4. BENEDITA.

6.5. NEUZA.

6.6. JARBAS.

6.7. SEBASTIÃO, já falecido.

Já de seu segundo relacionamento teve:

6.8. GISELE, nascida em 1962 e falecida com apenas 3 anos, em 1965.

6.9. GILMA.

6.10. SILVANA.

2.7. HELENA NASCIMENTO ANTUNES, nascida em 30/08/1930, casada em 24/12/1946 com SEBASTIÃO DE OLIVEIRA, nascido em 21/12/1921 e falecido em 10/12/2006. Após o casamento ela adotou o nome de Helena do Nascimento Oliveira.

Sebastião era filho de Olympio Antônio de Oliveira, nascido em 1889, que em 23/10/1913 casou-se com Fausta Maria da Cunha, nascida em 1896.

Olympio, por sua vez, teve pelo menos dois irmãos: Rodolpho Antônio de Oliveira e Benedita. Eram filhos de Antonio Joaquim de Oliveira, nascido em 1860 e falecido aos 75 anos, em 31/03/1935, e de Mariana Antônia de Jesus, primeira esposa de Antonio (que mais tarde casou-se com Anna Francisca de Oliveira, nascida em 1891 e falecida em 24/02/1971, filha de Tristão José de Medeiros e de Liduína Maria de Jesus). Os avós paternos de Olympio e seus irmãos foram José Antonio de Oliveira Machado e Alexandrina Martins de Arantes.

Já Fausta Maria da Cunha, mãe de Sebastião, era filha de Joaquim José da Cunha e de Maria Augusta Monteiro da Cunha.

Consta que Helena e Sebastião tiveram ao todo 19 filhos, sendo 14 que cresceram.

7.1. MARIA ALICE DE OLIVEIRA SILVA, nascida em 31/10/1947. Casou-se em 24/12/1966 com EMÍLIO PINTO DA SILVA, filho de Juvenal Pinto da Silva e Ana de Oliveira Arantes (citados em 2.5). Tiveram três filhos:

1.1. APARECIDA DE FÁTIMA SILVA, nascida em São José dos Campos, SP, em 10/01/1970. Passou a assinar Aparecida de Fátima Silva Souza Vicente após seu casamento com EDDY CARLOS SOUZA VICENTE, nascido em 01/01/1970, natural de Cachoeira Paulista, SP, filho de José Vicente Filho e de Maria das Dores de Souza Vicente. Ele é o autor do livro Sítio Santa Helena: uma perspectiva histórica, lançado em 2016. Tiveram uma filha.

1.1. MÔNICA CHRISTINE SILVA SOUZA VICENTE, nascida em 27/07/1991.

1.2. RODOLFO DONIZETE DA SILVA.

1.3. RENATO DA SILVA, nascido em São José dos Campos, SP, em 10/08/1971, casado com ROSENEI APARECIDA DE OLIVEIRA SILVA, pais de:

3.1. KENNEDY JOSÉ DE OLIVEIRA SILVA, de 19/03/1999.

7.2. HILDEBRANDO DE OLIVEIRA, nascido em 02/10/1948 e que faleceu com apenas sete dias, já em 09/10/1948.

7.3. RUTE DE OLIVEIRA, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 16/03/1950. Casou-se com BENEDITO GERALDO DE OLIVEIRA, filho de João Pinto de Oliveira e sua primeira esposa Dusolina Serão, neto paterno de Juvenal Pinto da Silva e Ana de Oliveira Arantes (citados em 2.5). Tiveram sete filhos.

3.1. ROGÉRIO APARECIDO DE OLIVEIRA, nascido em 07/09/1967 em São José dos Campos, SP. Casou-se com RITA DE CÁSSIA CUSTÓDIO, porém em 2008 já estavam divorciados. Rita faleceu em 2011, vítima de um acidente de trânsito. Seus filhos, todos nascidos em São José dos Campos, SP:

1.1. RENATA FRANCIELE OLIVEIRA, de 10/02/1990.

1.2. JOÃO PAULO CUSTÓDIO OLIVEIRA, de 10/01/1998.

1.3. ANA CLARA CUSTÓDIO OLIVEIRA, de 14/08/2000.

3.2. ROSELI APARECIDA DE OLIVEIRA, nascida em 13/08/1968, casou-se com PAULO CÉSAR DOS SANTOS e são os pais de:

2.1. PAULO EDUARDO DOS SANTOS, nascido em 09/08/1988 em São José dos Campos, SP.

2.2. PÂMELA PATRÍCIA DOS SANTOS, nascida em 17/07/1989 em São José dos Campos, SP.

2.3. MATHEUS AUGUSTO DOS SANTOS, nascido em 19/05/1993 em São José dos Campos, SP.

3.3. RONALDO DE OLIVEIRA nasceu em 24/09/1969 e faleceu após dois meses, em novembro do mesmo ano.

3.4. JORGE LUÍS DE OLIVEIRA nasceu em 02/09/1970 em São José dos Campos, SP, e casou-se com SUELI APARECIDA DE OLIVEIRA, nascida em 14/01/1973, filha de Vicente Oliveira da Silva e de Terezinha Amorim da Silva.

3.5. ROSEMARY CRISTINA DE OLIVEIRA também nasceu em São José dos Campos, SP, em 10/01/1972.

3.6. ROBSON DONIZETE DE OLIVEIRA nasceu em 19/07/1973 em São José dos Campos, SP, onde casou-se pela primeira vez com a também joseense DÉBORA VALENTE, com quem teve:

6.1. ROBSON CAMARGO VALENTE, nascido em 29/09/1996 em São José dos Campos, SP.

ROBSON casou-se novamente, desta vez com FABRINA APARECIDA FERREIRA DE OLIVEIRA, nascida em 14/08/1976.

3.7. JÚLIO CÉSAR DE OLIVEIRA nasceu em 26/07/1992 em São José dos Campos, SP, e casou-se com KAREN PANITZ SALÍCIO, nascida em 14/01/1992, filha de Horival Campos Salício e Flávia Campos Salício. São os pais dos gêmeos nascidos em São José dos Campos, SP:

7.1. PEDRO PANITZ SALÍCIO DE OLIVEIRA, de 12/04/2013.

7.2. DAVI PANITZ SALÍCIO DE OLIVEIRA, também de 12/04/2013.

7.4. JOSÉ APARECIDO DE OLIVEIRA nasceu em São José dos Campos, SP, em 02/08/1952. Casou-se pela primeira vez e teve quatro filhos com ALZIRA PEREIRA DE OLIVEIRA, filha de Ernesto Vilela, famoso “cantador” da região, joseense nascido em 24/08/1916, e de Terezinha Pereira de Oliveira. Mais detalhes sobre a vida de Ernesto encontram-se no livro Mestre Calangueiro Ernesto Villela, de autoria de Alcemir Palma. Filhos de José e Alzira:

4.1. MÁRCIO ROQUE DE OLIVEIRA, de 16/08/1975, natural de São José dos Campos, SP. É o marido de ANGÉLICA DOS SANTOS OLIVEIRA, também nascida em São José dos Campos, SP, em 03/12/1977, filha de José Roberto dos Santos e de Maria Donizetti dos Santos. O casal reside em Caçapava, SP, onde tiveram um casal de filhos:

1.1. GABRIEL SANTOS OLIVEIRA, de 21/09/2002.

1.2. SARAH GABRIELLY DE OLIVEIRA, de 27/04/2007.

4.2. MIRLENE APARECIDA DE OLIVEIRA, nascida em 22/08/1977 em São José dos Campos, SP, esposa de ODAILTON CÉSAR DE ANDRADE, com quem teve também um casal de filhos, ambos nascidos em Caçapava, SP.

2.1. HENRICO CÉSAR DE ANDRADE, de 23/05/2005.

2.2. ANA OLIVEIRA DE SOUZA, de 22/09/2009.

4.3. MERIANE TERESINHA DE OLIVEIRA SOUZA, nascida em 05/09/1979 em São José dos Campos, SP, que se casou com PEDRO RODOLFO DE SOUZA, nascido em 03/11/1979 em Caçapava, SP, filho de Elias Gomes de Souza e de Maria Eugênia de Souza. Suas três filhas nasceram em Caçapava, SP.

3.1. MARIA JÚLIA DE OLIVEIRA DOS SANTOS,  de 29/11/1998.

3.2. SOPHIA EUGÊNIA DE SOUZA, de 25/01/2008.

3.3. AMANDA DE OLIVEIRA SOUZA, de 04/10/2009.

4.4. MÁRIO APARECIDO DE OLIVEIRA, nasceu em 16/08/1982 em Caçapava, SP, onde conheceu a também caçapavense CRISTIELE REZENDE DE OLIVEIRA, nascida em 07/07/1987 e onde tiveram seus quatro filhos:

4.1. MATHEUS HENRIQUE DE OLIVEIRA, de 01/12/2004.

4.2. MARIA CLARA DE OLIVEIRA, de 10/07/2006.

4.3. EMANUELLY APARECIDA DE OLIVEIRA, de 23/09/2010.

4.4. ROGÉRIO CENI DE OLIVEIRA, de 13/12/2012.

JOSÉ APARECIDO casou-se pela segunda vez com SELMA SOARES ROSA DE OLIVEIRA, nascida em 03/10/1969, natural de Brazilândia, MG, com quem teve:

4.5. FRANCINE ROSA DE OLIVEIRA, que nasceu em 19/10/1989 em Caçapava, SP. Casou-se com TIAGO JORDAN DE LIMA e são pais de:

5.1. MARIA FERNANDA ROSA DE LIMA, nascida em 05/04/2010, em São José dos Campos, SP.

7.5. PLÍNIO DE OLIVEIRA, nascido em 15/10/1955 é natural de São José dos Campos, SP. Casou-se pela primeira vez com VILMA MORENO SANCHES, com quem teve:

5.1. ADILENE VANESSA SANCHES DE OLIVEIRA, nascida em São José dos Campos, SP, em 25/09/1983 e que tem um filho com ROBSON FERNANDO FERREIRA.

1.1. DANIEL FERNANDO OLIVEIRA FERREIRA, também natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 12/10/2006.

5.2. DOLORES SANCHES DE OLIVEIRA, nascida em São José dos Campos, SP, em 29/01/1985, e que tem um filho com LUÍS CARLOS FELIPE.

2.1. GLEISON SANCHES FELIPE, também natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 02/08/2001.

PLÍNIO casou-se pela segunda vez com DENISE MORENO SANCHES e são pais de:

5.3. DIEGO SANCHES NASCIMENTO DE OLIVEIRA, nascido em 15/06/1996 em São José dos Campos, SP.

7.6. PAULO SÉRGIO DE OLIVEIRA nasceu em São José dos Campos, SP, em 18/07/1957. Casou-se pela primeira vez com MARIA APARECIDA DOS SANTOS, nascida em 26/07/1958, natural de Brazópolis, MG, filha de Sebastião Dias dos Santos e de Divina Dias dos Santos. Tiveram duas filhas:

6.1. JULIANA PAULA DE OLIVEIRA, nascida em 16/06/1983 em São José dos Campos, SP, com EDUARDO LEANDRO SILVEIRA teve um filho. Separaram-se.

1.1. LEONARDO HENRIQUE DE OLIVEIRA SILVEIRA nasceu em 02/03/1999 em São José dos Campos, SP.

Após a separação JULIANA fixou residência em Campinas, SP, com ROLANDS SARRETA MENEZES, filho de José Hilário Menezes e de Vanderci Sarreta Menezes.

6.2. CRISTIANE DE OLIVEIRA, nascida em 26/07/1986 em São José dos Campos, SP. Divorciada e sem filhos.

PAULO SÉRGIO casou-se pela segunda vez com SILVANA APARECIDA CLARO, natural de Monteiro Lobato, SP, filha de Luiz Claro e de Maria Teresa dos Santos Claro. Tiveram:

6.3. JÚLIA RAFAELA DE OLIVEIRA, nascida em 29/09/2006 em São José dos Campos, SP.

7.7. SÔNIA MARIA DE OLIVEIRA, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 06/03/1959, casou-se pela primeira vez com JOSÉ PINTO DE OLIVEIRA, filho de João Pinto de Oliveira (citado anteriormente em 7.3) e sua segunda mulher, Maria Lobo. Tiveram quatro filhos, todos nascidos em São José dos Campos, SP.

7.1. VANDERLEI JOSÉ DE OLIVEIRA, de 24/09/1976, casou-se em 18/12/1999 com ANGELITA MENDES RAMOS DE OLIVEIRA, nascida em 23/09/1977 e em São José dos Campos, SP, tiveram:

1.1. LUCAS EDUARDO RAMOS DE OLIVEIRA, de 07/06/2002.

1.2. THIAGO VINÍCIUS RAMOS DE OLIVEIRA, de 09/11/2007.

7.2. ROSELENE CRISTINA DE OLIVEIRA, de 02/03/1978, casou-se pela primeira vez com CARLOS ALEXANDRE DOS SANTOS, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu sua filha:

2.1. LARISSA BIANCA DE OLIVEIRA SANTOS, de 09/02/1999.

O segundo casamento de ROSELENE foi com MICHAEL RODRIGO APARECIDO MARTINS DAS NEVES, com quem teve, também em São José dos Campos, SP:

2.2. ALÍCIA JAMILE DE OLIVEIRA NEVES, de 24/05/2005

2.3. EDUARDO HENRIQUE DE OLIVEIRA NEVES, de 14/01/2007.

7.3. ROSANA APARECIDA DE OLIVEIRA, de 18/03/1980, que se casou com MESSIAS PONTES ALVARENGA, de 06/06/1972, natural de São José dos Campos, SP, onde tiveram:

3.1. JÚLIA NICOLE DE OLIVEIRA ALVARENGA, de 23/03/2003.

3.2. RAFAEL OLIVEIRA ALVARENGA, de 19/09/2005.

7.4. VANDO DONIZETE DE OLIVEIRA, de 11/05/1983, casou-se com CIDILENE LAU, natural de São José dos Campos, SP. Tiveram:

4.1. LARA LAU DE OLIVEIRA, nascida em 01/03/2010 em São José dos Campos, SP.

SÔNIA, de sua segunda união com JOÃO VIANA DE OLIVEIRA FILHO, teve o seguinte casal de filhos, também nascidos em São José dos Campos, SP:

7.5. JOÃO CARLOS DE OLIVEIRA, de 16/04/1989.

7.6. VIVIANE LETÍCIA DE OLIVEIRA, de 05/07/1993.

7.8. PEDRO LUÍS DE OLIVEIRA nasceu em 26/06/1960 em São José dos Campos, SP. Casou-se com RÚBIA APARECIDA OLIVEIRA, nascida em 31/07/1968 em Paraisópolis, MG, filha de Sebastião Claudiano dos Santos e de Vitória Maria dos Santos. Seus filhos, todos de São José dos Campos, SP, são:

8.1. MARIANA CÁSSIA OLIVEIRA, nascida em 29/01/1986 e casada com WELLINGTON PINTO FERREIRA, nascido em 06/11/1978 em Guarulhos, SP. Pais de:

1.1. VITÓRIA HELENA FERREIRA PINTO, nascida em 03/03/2008 em São José dos Campos, SP.

8.2. LEONARDO LUÍS DE OLIVEIRA, nascido em 13/03/1988.

8.3. MATHEUS APARECIDO DE OLIVEIRA, nascido em 13/12/1994.

7.9. DALVA DE OLIVEIRA RIZZI nasceu em São José dos Campos, SP, em 29/10/1961. Casou-se com ANTÔNIO RIZZI SOBRINHO (já falecido), filho de Luís Rizzi e de Placidina de Oliveira Rizzi,  e em São José dos Campos, SP, nasceram seus filhos:

9.1. ELAINE CRISTINA RIZZI, nascida em 25/07/1978, que de seu primeiro casamento com ARILDO ALVES teve os filhos:

1.1. FELIPE RIZZI ALVES, nascido em 05/06/1993 em São José dos Campos, SP.

1.2. PEDRO HENRIQUE RIZZI ALVES, nascido em 26/06/1996 em São José dos Campos, SP.

ELAINE casou-se novamente, desta vez com MARCELO SALGADO, natural de São José dos Campos, SP.

9.2. EMERSON LUÍS RIZZI, nascido em 26/09/1980.

9.3. ÂNGELA REGINA RIZZI MENEGUETTI, nascida em 05/04/1982, casou-se com RODRIGO GERMANO MENEGUETTI, natural de São José dos Campos, SP. Tiveram:

3.1. GIOVANA RIZZI MENEGHETTI, nascida em 29/10/2002 em São José dos Campos, SP.

3.2. MARCO ANTÔNIO RIZZI MENEGHETTI, nascido em 26/01/2005 em São José dos Campos, SP.

9.4. ARTUR ROGÉRIO RIZZI, nascido em 10/02/1984.

9.5. LÚCIA HELENA RIZZI ARAÚJO, nascida em 16/07/1985, casada com LUÍS MACHADO ARAÚJO, natural de São José dos Campos, SP, com quem teve:

5.1. MATHEUS RIZZI ARAÚJO, nascido em 04/06/2005 em São José dos Campos, SP.

5.2. CAROLINE RIZZI ARAÚJO, nascida em 10/07/2015 em São José dos Campos, SP.

7.10. VERA LÚCIA DE OLIVEIRA OSSES, natural de São José dos Campos, SP, onde nasceu em 22/10/1963. Casou-se com ANTÔNIO OSSES, nascido em 05/09/1961, filh ode João Osses e de Benedita Fabiana Osses. Seus filhos, ambos nascidos em São José dos Campos, SP, são:

10.1. ANDRÉ LUÍS OSSES, nascido em 24/04/1985.

10.2. DIEGO MARCOS OSSES, nascido em 17/08/1989 e de seu casamento com SIRLÉIA APARECIDA MOREIRA nasceu:

2.1. GABRIELA MOREIRA OSSES, em 01/10/2008, natural de São José dos Campos, SP.

7.11. SEBASTIÃO DONIZETE DE OLIVEIRA nasceu em 20/01/1965 em São José dos Campos, SP, e faleceu em 04/04/2011. De seu relacionamento com EDNA APARECIDA MACHADO teve o seguinte filho:

11.1. IGOR APARECIDO DE OLIVEIRA, nascido em 08/08/1990 em São José dos Campos, SP, que tem duas filhas.

1.1. [Filha de Igor].

1.2. [Filha de Igor].

7.12. BENEDITO CARLOS DE OLIVEIRA nasceu em 11/04/1966 em São José dos Campos, SP. De seu casamento com MARIA MADALENA CUNHA DE OLIVEIRA teve uma filha.

12.1. BRUNA MARIA DE OLIVEIRA, nascida em São José dos Campos, SP, em 08/05/1983.

7.13. SOLANGE APARECIDA DE OLIVEIRA GAMA nasceu em São José dos Campos, SP, em 29/07/1967, e casou-se com JOSÉ MORENO GAMA, nascido em 20/10/1961, filho de JOSÉ SANTO DA GAMA e de AZÁLIA MORENO GAMA CARVALHO. Tiveram cinco filhos, todos nascidos em São José dos Campos, SP:

13.1. ELISETE DE OLIVEIRA GAMA CARVALHO, nascida em 11/05/1990, que se casou com MOISÉS SILVA CARVALHO.

13.2. ELIETE DE OLIVEIRA GAMA, nascida em 29/12/1991.

13.3. ELENILTON DE OLIVEIRA GAMA, nascido em 20/03/1994.

13.4. EDSON DE OLIVEIRA GAMA, nascido em 16/01/1999.

13.5. EDUARDO DE OLIVEIRA GAMA, nascido em 15/07/2007.

7.14. LUCIMAR DE OLIVEIRA MARQUES nasceu em 20/03/1969 em São José dos Campos, SP. Casou-se com REGINALDO MESSIAS MARQUES, nascido em 09/07/1967, natural de Sapucaí-Mirim, MG, filho de Antônio Messias Marques e de Nilcéia Maria Marques. São pais de:

14.1. GABRIEL MAURÍCIO MARQUES, que nasceu em São José dos Campos, SP, em 07/04/1997.

2.8. SEBASTIÃO ANTUNES, falecido em 18/12/1994, foi casado com MARIA APARECIDA DE MIRANDA, também já falecida. Após a morte de sua esposa, Sebastião manteve um novo relacionamento com outra mulher que já possuía filhos. Um desses filhos faleceu em um acidente de moto e está sepultado no jazigo da família. Seu nome era José Adalberto da Silva, e faleceu em 21/11/1992.

8.1. CARLOS ALBERTO ANTUNES, o “Carlão”. Meu melhor amigo durante um bom período de minha adolescência, colecionávamos histórias e mais histórias de bailes, bares e viagens em sua boa e velha moto TT 125… Nasceu em São José dos Campos, SP, em 08/07/1963, mesmo local em que veio a falecer em 20/10/1997, com apenas 34 anos. Câncer do pulmão.

E na mesma cidade, em 26/03/1993 casou-se com CLAUDETE LEITE, nascida em 09/09/1966, também joseense, filha de NOEL LEITE e de MARIA DAGMAR LEITE, que acabou adotando o nome de casada de Claudete Leite Antunes. Ela já possuía uma filha, havida de um relacionamento anterior com um sujeito conhecido apenas como “Paraná”:

– LUANA.

8.2. MARIA JOSÉ ANTUNES, casada com GILBERTO DOMICIANO. Após o casamento passou a assinar Maria José Antunes Domiciano. Tiveram:

2.1. WAGNER.

2.2. TATIANE, que de seu relacionamento com DIEGO, teve:

2.1. MARIA LETÍCIA.

8.3. CLÁUDIO DONIZETTI ANTUNES casou-se em 14/06/1994 com SÍLVIA HELENA DE ALMEIDA e tiveram uma filha:

3.1. NICOLE.

8.4. MARLI ROSANGELA ANTUNES foi casada com ÉDISON BENEDITO DE PAULA, mas separaram-se em 22/03/1991. Suas três filhas:

4.1. ELAINE DE PAULA, nascida em 29/07/1979, que de seu relacionamento com HELENIR RIBEIRO teve uma filha:

1.1. STÉFANI RIBEIRO, nascida em 24/06/2000.

4.2. ÉRIKA DE PAULA NASCIMENTO, nascida em 25/09/1981. Casou-se em 12/02/1999 com CLÁUDIO CAETANO DO NASCIMENTO, nascido em 03/12/1972. Foi ela que trabalhou em casa e nos ajudou a criar os dois primeiros filhotes, sendo que o mais velho costumava chamá-la de “Titá”… Tiveram uma filha:

2.1. [Filha da Érika].

4.3. SUELLEN ANTUNES DE PAULA, nascida em 14/05/1983. De seu relacionamento teve uma filha.

3.1. [Filha da Suellen].

8.5. VALDEMIR ANTUNES foi casado com SÔNIA ELIZABETE CARDOSO, que adotou o nome de casada de Sônia Elizabete Cardoso Antunes. A irmã de Sônia chamava-se Maria Inês, teve um filho e ambos resolveram criar esse menino:

– JOÃO PAULO.

2.9. MARIA BENEDITA ANTUNES DUARTE, também encontrada como Maria José Antunes Duarte, e mais conhecida como Mariinha. Nasceu em 1911 e faleceu em 21/01/1986. Foi casada com LUIZ DUARTE DA ASSUNÇÃO, nascido em 1921 e falecido em 07/05/2000.

2.10. MARIA APARECIDA ANTUNES casou-se com ALTAMIRO DELLU.

2.11. JOÃO ANTUNES, que já era falecido em 1972, foi casado com MARIA ALVES DE SOUZA ANTUNES. Tiveram 5 filhos.

11.1. MARTA DAS GRAÇAS ANTUNES DUARTE, foi casada com JOSÉ DUARTE FILHO.

11.2. MARIA APARECIDA ANTUNES DUARTE, casada com CARLOS DUARTE.

11.3. EMERENCIANO DE SOUZA ANTUNES, nascio em 28/05/1953.

11.4. EDWAR DE SOUSA ANTUNES,nascido em 27/12/1955.

11.5. MARIANA DE FÁTIMA ANTUNES, nascida em 25/11/1958.

2.12. PALMIRA ANTUNES. Faleceu aproximadamente em 1957, em Franco da Rocha, onde encontra-se sepultada. A família não ficou sabendo exatamente qual o motivo da morte. Ela possuía algum tipo de distúrbio, e, por isso, foi internada no sanatório de Franco da Rocha, onde, segundo se conta, teve uma diarreia muito forte, e veio a falecer.

E o terceiro casamento de ANTONIO ANTUNES JUNIOR se deu por volta de 1944 com GUILHERMINA LIBANO (também encontrada como “Libaneo” ou “Libânio”), nascida em 10/10/1897 em Borda da Mata, MG, filha de JOÃO BAPTISTA DO NASCIMENTO e de FRANCISCA MARIA DE JESUS. Ela faleceu de infarto agudo do miocárdio às 16h50min de 17/04/1982 no Hospital de Clínicas de Curitiba, PR, enquanto visitava seus parentes. Não tiveram filhos.

3. ARINDA, casada com JOÃO LIBANO (irmão da anteriormente citada Guilhermina), pais de:

3.1. BENEDITO LIBANO DE SOUZA, padre em Sertanópolis, no Paraná.

3.2. ANA LIBANO.

4. JOSÉ (JUCA) ANTUNES, que se casou com IRENE e tiveram:

4.1. ANTONIO.

OBSERVAÇÃO: o genograma do ramo Antunes de Nossa Grande Família encontra-se disponível para download neste link.

Nossa Grande Família ( V ) – Nunes

“Nunes”.

Esse é um sobrenome que não possuo, mas, poucos o sabem, faz parte de minha linhagem pelo lado materno e que já vem há quase dois séculos produzindo joseenses!

Até onde sei, ao menos desde meu trisavô, JOSÉ RODRIGUES DE MORAES NUNES que era casado com RUFINA MARIA SINHORINHA, seguindo pelo meu bisavô, CLAUDINO DE MORAES NUNES, nascido no ano de 1867 e que faleceu novo – coitado! Em 20 de fevereiro de 1909, pontualmente às 20:00h, a cidade perdeu um de seus humildes lavradores, de apenas 42 anos, falecido em sua própria casa, no Bairro do Jaguari, de afecção do fígado, provavelmente decorrente de forte hepatite.

Ainda assim, apesar de sua curta vida, houve tempo suficiente para se casar com minha bisavó, BENEDICTA MARIA DE MELLO, apenas 4 anos mais nova que ele, com quem teve oito filhos!

Destes, temos BERNARDO CLAUDINO NUNES, provavelmente o caçula, nascido em casa às 4 da manhã de 24 de março de 1907. Das lembranças pessoais que tenho dele, me vem a mente um senhor alto, um tanto quanto gordo e bonachão, loiro e de olhos profundamente azuis da cor do céu. Faleceu em 31 de janeiro de 1979, quando eu ainda tinha meus incompletos dez anos de idade.


Maria Dionísia e Bernardo, meus avós.

Nesses 71 anos de vida teve pelo menos três esposas, sendo a primeira delas minha avó, a mineira MARIA DIONÍSIA DE JESUS, com quem se casou aos 24 anos de idade. Um casamento que durou apenas 14 anos, pois ela faleceu pouco tempo depois do nascimento de sua última filha, com apenas 33 anos. Apesar de existirem notícias de que tiveram vários filhos, apenas duas realmente sobreviveram: minha tia Dionísia, joseense, e minha própria mãe BERNARDETE NUNES, paulistana.

Uai? Mas não eram todos joseenses – vocês podem me perguntar.

Ela acabou sendo “um ponto fora da curva”, pois, apesar de ter sido totalmente criada em São José dos Campos, nasceu em 10 de setembro de 1943 na capital de São Paulo numa fase em que meu avô, cansado da vida de lavrador, estava buscando novos ares e novas oportunidades como mão de obra na indústria. Com o falecimento da esposa e com duas filhas a tiracolo – uma de 6 e outra de 2 anos – resolveu levar a menorzinha para ser criada por seu sogro (no caso, o senhor “Antonio Mineiro” o avô dela pelo lado materno) lá na chácara que possuía no bairro de Santana. Lembro-me bem dessa chácara, sendo que a casa “sede” existe até hoje – mas tornou-se um depósito de bebidas lá no final da Av. Princesa Izabel.

Depois disso, meu avô acabou ficando por São Paulo mesmo, tendo se estabelecido lá pelos lados de Pirituba, onde viveu até o fim da vida ao lado de Geny de Souza, minha “avó postiça” que somente encontrava quando meus pais iam visitá-los. Com ela teve mais 9 filhos. E minha tia Dionísia? Casou-se com o italiano Lelio Silvano Galuzzo em 62 e foi de mala e cuia para a Itália, onde vivem até hoje.


Bernardete e José Bento, meus pais.

E minha mãe – essa joseense que por acidente nasceu fora de São José – aos 17 anos, no ano de 1960, casou-se com um mineirinho bem estiloso, de 23 anos, o seu JOSÉ BENTO DE ANDRADE, vulgo “meu pai”… Foram anos de bastante trabalho duro – ele mecânico, ela costureira – mas ainda assim conseguiram comprar uma boa casa em Santana e se estabelecer. Tiveram três filhos, todos nascidos em São José dos Campos, sendo eu o caçula. Pois foi em 2 de maio de 1969 que o Hospital Pio XII, em Santana, ouviu o forte choro de um enorme bebê de aproximadamente cinco quilos! Eu, Adauto de Andrade, havia acabado de nascer!

Em Santana nasci, em Santana cresci, em Santana me criei. Casei, descasei, casei de novo. Tudo sempre cercado de uma bela confusão emocional, que é uma de minhas características mais básicas enquanto ser humano… E deste meu casamento com a Dona Patroa, vinda lá de Marília, tivemos nossos três filhotes: Kevin, Erik e Jean. 1999, 2001 e 2004. Todos nascidos no Hospital Antoninho da Rocha Marmo – adivinhem onde? Isso mesmo, em São José dos Campos!

Ou seja, é seguramente a quarta geração de joseenses. Talvez quinta, se eu conseguir descobrir um pouco mais sobre meu trisavô…

Mas vamos recontar direito essa história, bem no estilo da genealogia, ok?

Assim, pelo lado paterno de minha linhagem materna temos a família Nunes. Ou seja, estamos falando do lado do pai de minha mãe. Melhor ainda: meu avô. Curiosamente o entrelaçamento com a família Antunes cruzou duas gerações, muitas vezes confundindo-se o papel de pai no avô. Isso porque, como dito há pouco, minha mãe desde a mais tenra idade foi criada por seus avós, pois sua mãe biológica faleceu cedo, por doença que suspeitavam ser contagiosa.

O mais antigo representante da família Nunes que encontrei foi por conta de uma busca por certidões e datas, com direito a máscara e luvas cirúrgicas para manuseio de documentos antigos, através do Livro de Registro de Óbitos (Livro nº 8, de 06/11/1904 a 31/03/1909) arquivado na Fundação Cultural de São José dos Campos, SP.

Ou seja, remonta a meados de 1850 – já em solo joseense – a existência de JOSÉ RODRIGUES DE MORAES NUNES (meu trisavô), que foi casado com RUFINA MARIA SINHORINHA. São eles os pais de:

1. CLAUDINO DE MORAES NUNES, meu bisavô. Lavrador nascido em 1867 e que faleceu de afecção do fígado em 20/02/1909 em sua própria casa, no Bairro do Jaguari, com apenas 42 anos. Natural de São José dos Campos, SP, onde viveu e casou-se com BENEDICTA MARIA DE MELO, nascida em 1871, também natural de São José dos Campos, SP.

Essa Benedicta, minha bisavó, lavradora como o marido, era filha de JOÃO ALVES DE FARIA. Não tenho a data de seu falecimento, mas consta que ainda era viva quando do casamento de seu filho Bernardo, em 1931. Apesar da certeza de seu prenome, em alguns documentos aparece também como Benedita Maria Nunes, Benedita Tobias de Melo e Benedita Maria da Conceição.

Claudino e Benedicta tiveram oito filhos:

1 – José Claudino Nunes;
2 – Braz de Paula Nunes;
3 – Izabel Rodrigues de Moraes Nunes;
4 – João de Moraes;
5 – Bernardo Claudino Nunes;
6 – Francisca;
7 – Maria;
8 – Antônia.


José Claudino Nunes e Rachel Tereza da Conceição.

1.1. JOSÉ CLAUDINO NUNES, lavrador como seu pai, nasceu, viveu e faleceu em São José dos Campos. Foi quem praticamente criou todos os irmãos. Nascido em 06/09/1888, faleceu em seu domicílio em 08/12/1953. “Ictus cerebral e doença hipertensão arterial” foi a causa mortis, sendo que seu óbito, às cinco da manhã, foi declarado pelo ilustre Dr. Rui Rodrigues Dória. Em 30/05/1914 casou-se com RACHEL TEREZA DA CONCEIÇÃO, natural de Igaratá, SP, tendo falecido em São José dos Campos em 08/09/1965. Tiveram 7 filhos:

1.1. BENEDITO CLAUDINO NUNES, nascido em 1920, casou-se duas vezes. Com sua primeira esposa, ÂNGELA, teve doze filhos:

1.1. EXPEDITO.

1.2. JOSÉ.

1.3. MARIA.

1.4. NELSON.

1.5. JOÃO.

1.6. BENEDITO.

1.7. LUÍS.

1.8. PAULO.

1.9. ALCIDES, que, com MARLI, teve um casal de filhos.

9.1. [Filho de Alcides e Marli].

9.2. [Filha de Alcides e Marli].

1.10. ANTONIO.

1.11. ANA LÚCIA.

1.12. RAQUEL.

Já de seu segundo casamento, Benedito teve ainda mais dois filhos:

1.13. VALDIR.

1.14. PEDRO, que ordenou-se padre em 2002.


Plautilha Martins das Neves e Claudino Nunes Filho.

1.2. CLAUDINO NUNES FILHO nasceu em 19/06/1924. Casou-se com PLAUTILHA MARTINS DAS NEVES, natural de São José dos Campos, onde nasceu em 12/10/1929, filha de BENEDITO MARTINS DAS NEVES (já falecido quando do casamento de sua filha) e de BENEDITA MARIA DA CONCEIÇÃO, esta também natural de São José dos Campos. Adotou, quando do casamento, o nome de Plautilha Neves Nunes. Faleceu em 20/09/1996, quando o mais novo de seus quinze filhos já era homem feito.

Claudino, viúvo, conviveu ainda com VICENTINA APARECIDA, nascida em 09/05/1932, mas sem filhos.

Claudino e Plautilha tiveram:

2.1. CLAUDINO NUNES FILHO, nasceu em 01/02/1949 e faleceu em 24/08/1984, com apenas 35 anos. Moço de tudo. Foi casado com MARIA APARECIDA MOTA, com quem teve:

1.1. ALESSANDRA REGINA MOTA NUNES, nascida em 06/12/1971, que teve duas filhas:

1.1. LORENE SOPHIA MOL DE FREITAS.

1.2. RAISSA STEPHANIE MOL DE FREITAS..

1.2. DÉBORA APARECIDA MOTA NUNES, nasceu em 18/05/1973.

1.3. ANA PAULA DE MOTA NUNES, nascida em 10/09/1981, e que teve um filho:

3.1. LEONARDO LUÍS MOTA DE OLIVEIRA.

2.2. JOSÉ CLAUDINO NUNES NETO, nasceu em 21/06/1950 e casou-se com IMACULADA MARIA. Tiveram:

2.1. ELISÂNGELA RAQUEL.

2.2. GISELE, que teve um casal de filhos:

2.1. [Filho de Gisele].

2.2. [Filha de Gisele].

2.3. CIBELE VENTURINI, nascida em 13/06/1980, casou-se com CAIO MARCELO VENTURINI, nascido em 07/02/1981. Tiveram dois filhos:

3.1. KAUAN NUNES VENTURINI, que nasceu em 25/08/2006.

3.2. KAIQUE NUNES VENTURINI, que nasceu em 19/05/2008

2.3. LUIZ CLAUDINO NUNES, nascido a 11/11/1951, casou-se com TERESA e tiveram quatro filhos:

3.1. LUIZ, que tem um filho.

1.1. [Filho de Luiz].

3.2. TIAGO.

3.3. ROBERTA, que tem uma filha.

3.1. [Filha de Roberta].

3.4. RAQUEL.

2.4. ANTONIO CLAUDINO NUNES SOBRINHO, nasceu em 06/10/1953. Casou-se com EVA e teve:

4.1. FLÁVIA.

4.2. FABIANA. Casou-se com CARLOS. Pais de:

2.1. JÚLIA.

4.3. ROBERTA (adotada?).

2.5. JORGE CLAUDINO NUNES, nasceu em 01/04/1956 e casou-se com MARIA JOSÉ. Mais tarde veio a se casar com FRANCISCA. Jorge e Maria José tiveram:

5.1. EDUARDO.

5.2. CLEBER.

5.3. FABIANA, que teve um filho:

3.1. [Filho de Fabiana].

2.6. MANOEL CLAUDINO NUNES, nascido em 09/09/1957, casou-se com IZAURA. Tiveram:

6.1. EMANOELE.

2.7. DANIEL CLAUDINO NUNES, nascido em 03/01/1959. Casou-se com LUCY, com quem teve um casal de filhos:

7.1. HILTON.

7.2. DIANA.

2.8. MARIA NEVES NUNES, nasceu em 15/06/1960.

2.9. PAULO CLAUDINO NUNES SOBRINHO, nasceu em 23/12/1961.

2.10. CARLOS CLAUDINO NUNES, nasceu em 11/12/1963 e casou-se com SANDRA REGINA. Tiveram:

10.1. CARLA.

10.2. SARA.

2.11. MÁRIO CLAUDINO NUNES, nasceu em 24/04/1965 e casou-se com NEIDE – mas divorciaram-se. Filhas:

11.1. ANDRESSA.

11.2. ALINE.

2.12. LAURO CLAUDINO NUNES, nasceu em 26/06/1967 e casou-se com ÁUREA. Tiveram:

12.1. FELIPE.

12.2. ESTÉFANI.

2.13. REGINA FÁTIMA NUNES, nascida em 25/11/1968. A “Prima Regina”, mais amiga que parente, companheira de proseios e traquinagens de infância. Casou-se com MÁRIO DOMINGUES DA SILVA e adotou o nome de casada de Regina Fátima Nunes da Silva. Filha do casal:

13.1. JULIANE FÁTIMA DA SILVA, nascida em 19/03/1993.

2.14. MARCOS CLAUDINO NUNES, nascido em 04/10/1970.

2.15. JOÃO BATISTA CLAUDINO NUNES, nasceu em 05/07/1974 e casou-se com ARETUSA. Tiveram uma filha:

15.1. BIANCA.

1.3. JOÃO CLAUDINO NUNES, nasceu em 1926 e casou-se com JOANA, a qual faleceu em 18/05/2019. João e Joana tiveram:

3.1. MARIA HELENA.

1.4. ANTONIO CLAUDINO NUNES, nascido em 1928, casou-se com sua prima JOANA, filha de Joaquim Inácio e Izabel Rodrigues Moraes Nunes (1.3). Ou seja, eram primos. Tiveram oito filhos – netos comuns de Izabel Rodrigues e do pai de Antonio, José Claudino.

4.1. MARIA.

4.2. CARLOS.

4.3. LUÍS.

4.4. FÁTIMA.

4.5. BERNADETE.

4.6. RODOLFO.

4.7. ELIANA.

4.8. [Filho(a) de Antonio].

1.5. JOSÉ NUNES, nasceu em 1930 e teve cinco filhos:

5.1. RAQUEL.

5.2. GETÚLIO.

5.3. GENTIL.

5.4. CLÁUDIA.

5.5. CLÉCIA.

1.6. CLEMENTINA NUNES, nascida em 1933. Casou-se com JOAQUIM SILVÉRIO. Seus dez filhos:

6.1. VERA.

6.2. SÉRGIO.

6.3. CÉLIO.

6.4. EDILÚCIA.

6.5. CELSO.

6.6. LAFAIETE.

6.7. CARLOS.

6.8. MARILÚCIA.

6.9. MARIA HELENA.

6.10. FERNANDA.

1.7. PAULO CLAUDINO NUNES, nasceu em 16/09/1936 e casou-se com EUNICE. Tiveram um casal de filhos.

7.1. ANA LÚCIA.

7.2. PAULO.

1.2. BRAZ DE PAULA NUNES, nasceu em 1896 e faleceu em 11/10/1966. Casou-se com AFRA MARIA DE JESUS, nascida em 1897, filha de ANTONIO PINTO DA CUNHA e de MARIA JOSÉ DA CONCEIÇÃO. Era conhecida como “Nhá Afra” e diziam que era cigana. Adotou por nome de casada Afra Nunes de Campos. Faleceu em 15/07/1975. Braz e Afra tiveram oito filhos.

2.1. JOAQUIM VIEIRA DA SILVA, nasceu em 22/07/1913 e faleceu em 01/06/1994. Teve nove filhos:

1.1. JOSÉ.

1.2. ALCIDES.

1.3. OSVALDO.

1.4. AURORA.

1.5. LUIZ.

1.6. JANDIRA.

1.7. MERCEDES.

1.8. APARECIDA.

1.9. CRISTINA.

2.2. JOÃO NUNES, nascido em 11/08/1928 e casou-se com APARECIDA. Tiveram os seguintes filhos:

2.1. MARINA.

2.2. MARISA.

2.3. ADERITO.

2.3. BENEDITA NUNES DE CAMPOS, nasceu em 09/10/1930 e faleceu em 21/12/1988. Casou-se com FRANCISCO DE CAMPOS, nascido em 04/12/1925, falecido em 18/04/1991, filho de LICÍNIO DE CAMPOS e de ANA CUSTÓDIA. Francisco e Benedita tiveram:

3.1. LUIZ, nascido em 1954.

3.2. JOÃO DE CAMPOS, nascido em 22/01/1957. Casado e com 31 anos em 1988.

3.3. VALNICE CAMPOS, nascida em 1969. Outra prima mais amiga que parente. Estudamos juntos e convivemos juntos em nossa adolescência. Costumávamos passar tardes inteiras em deliciosos proseios intermináveis… Casou-se e teve duas filhas:

3.1. [Filha de Valnice].

3.2. [Filha de Valnice].

2.4. VICENTINA VIEIRA, casou-se e teve quatro filhos:

4.1. AURORA.

4.2. JOSÉ.

4.3. ALCIDES.

4.4. OSVALDO.

2.5. BENEDITO NUNES, casou-se e teve um filho.

5.1. JOSÉ.

2.6. ANTONIA NUNES FIGUEIREDO, casou-se e teve uma filha:

6.1. HELENA.

2.7. APARECIDA NUNES BERTOLONE, casou-se com ANTENOR BERTOLANI, que nasceu em 14/06/1932 e faleceu em 24/12/1992. Tiveram:

7.1. GIOVANNE NUNES, nascido em 02/02/1972 (ou 1970) e falecido em 15/02/1997.

7.2. ATALIBA.

7.3. GERALDO.

7.4. GISLAINE.

2.8. CARMELINDA NUNES SILVEIRA, casou-se e teve um casal de filhos:

8.1. LEÔNCIO.

8.2. LUCILENA.

1.3. IZABEL RODRIGUES DE MORAES NUNES, nascida em 1898, faleceu em 17/08/1969. Casou-se com JOAQUIM INÁCIO, com quem teve oito filhos:

3.1. JOSÉ.

3.2. MARIA.

3.3. BENEDITA.

3.4. IZABEL.

3.5. SEBASTIÃO.

3.6. CLAUDINO.

3.7. VICENTE.

3.8. JOANA casou-se com seu primo ANTONIO CLAUDINO NUNES (1.4), filho de José Claudino Nunes e Rachel Tereza da Conceição. OU seja, seu primo. Joana e Antonio tiveram oito filhos (já descritos antes).

1.4. JOÃO DE MORAES, nasceu em 1900 e faleceu em 28/03/1909, com apenas nove anos, de gastrointerite.

1.5. BERNARDO CLAUDINO NUNES, nasceu em São José dos Campos, no Bairro Jaguary, às quatro da manhã de 24/03/1907. Faleceu em seu próprio domicílio, em Pirituba, São Paulo, Capital, em 31/01/1979.

Bernardo casou-se com em 31/10/1931 com MARIA DIONÍSIA DE JESUS, nascida em 15/04/1912 no Bairro do Rio Mogi, em Ouro Fino, MG. Filha de ANTONIO ANTUNES JÚNIOR – conhecido em Santana como Antonio Mineiro – e de DYONÍSIA MARIA DE JESUS. Neta paterna do português ANTONIO ANTUNES e FRANCISCA DE PAULA ROMANA, e neta materna de FLORÊNCIO DE LIMA FRANCO e BERNARDINA DE JESUS.

Faleceu em São Paulo, Capital, em 14/09/1945. Adotou o nome de casada de Maria Dionísia Nunes. Segundo se conta na família Bernardo e Maria Dionísia tiveram ao todo sete filhos e, destes, quatro não “vingaram” (ou será que a gravidez não foi adiante?). Os três restantes são:


Dionísia Nunes e Lelio Galuzzo.

5.1. DIONÍSIA NUNES, que nasceu em São José dos Campos, SP (mais especificamente no bairro “Pau de Saia”), em 26/10/1939. Casou-se em São Paulo, em 16/06/1962, com o italiano LELIO SILVANO GALUZZI (também encontrado como GALUZZO), nascido em 10/07/1937 em Chieti, Itália.

Lelio é o mais novo de sete irmãos, a saber: Alberto, Giovanni, Iolanda, Oriente, Armando e Lelio (“outro” Lelio). Este último faleceu com apenas sete ou oito meses, e seu nome foi perpetuado no filho seguinte, ou seja, através do meu tio Lelio. Eles eram filhos de RAPHAEL GALLUZZO, nascido em Porto Ferreira, no Brasil, e de FLÁVIA LA ROVERA, nascida em Araraquara, SP. Segundo me contaram, a ascendência dessa Flávia seria de origem nobre, na Itália.

O curioso é que os avós do Tio Lelio, tanto maternos quanto paternos, foram italianos que vieram para o Brasil, tiveram seus filhos e estes acabaram por voltar para sua pátria, dando origem a uma nova geração…

Antes de se casar com minha tia Dionísia, Lelio teve um relacionamento com ESTARCELINA FERNANDES, natural de Joaçaba, SC, nascida a 13/07/1939, filha de Aníbal Fernandes e de Liduína Antunes Fernandes. Estarcelina morreu jovem, em São Paulo, Capital, em 06/04/1961. A causa da morte, tecnicamente falando, consta em sua certidão de óbito como “intoxicação aguda exógena por ingestão de cianeto alcalino tóxico”. Tiveram uma filha:

– FLAVIA GALLUZZI, nascida em 1960.

Já com Dionísia, Lelio teve os seguintes filhos:

1.1. LILIANA GALLUZZO, nascida em São Paulo, Capital, especificamente na Rua Aldo Locatelli, em 29/06/1963. De meus primos italianos ela foi a primeira que conheci pessoalmente, pois quando veio ao Brasil em meados dos anos 90 fizemos um pequeno tour pelo litoral de Ubatuba. Foi a única que herdou os olhos azuis de meu avô Bernardo.

1.2. CLAUDIO GALLUZZI, nascido em Chieti, Itália, em 05/11/1964.

1.3. MARIO GALLUZZI, também de Chieti, nascido em 04/06/1969. Casou-se em 20/04/1997 com LOREDANA SCABURRE, natural de Mont Silvano, Itália, onde nasceu em 29/06/1968. Possuem um casal de filhos:

3.1. ANDREA LETIZIA GALLUZZI, como a mãe, nascida em Mont Silvano, em 08/09/1997.

3.2. EMANUELE GALLUZZI, também de Mont Silvano, nascido em 25/02/2000. Apesar de estranho aos nossos ouvidos, pois aparenta ser um nome feminino, na Itália esse é tradicionalmente um nome masculino.

5.2. JOSÉ, que sofria de paralisia infantil e faleceu com apenas cinco anos. Pela diferença de idade, apenas suponho que tenha nascido entre uma irmã e outra. Lembrado na família como Zezinho.

5.3. BERNARDETE NUNES, minha mãe, natural de São Paulo, Capital, e registrada no cartório da Lapa. Nasceu em 10/09/1943. Curiosamente, entre a linhagem desde meu trisavô até meus filhos, foi a única que não nasceu em São José dos Campos – pois meu avô, seu pai, tinha se mudado para Capital justamente na época em que ela nasceu. Casou-se em 23/04/1960 com meu pai, JOSÉ BENTO DE ANDRADE, nascido em 27/04/1937 em Santa Rita de Jacutinga, MG, filho de ANTONIO DE ANDRADE e de SEBASTIANA DOS SANTOS MAIA. Bernardete adotou o nome de casada de Bernardete Nunes de Andrade. Tiveram três filhos, eu e meus dois irmãos, todos nascidos em São José dos Campos, SP.

Após o falecimento de Maria Dionísia, Bernardo teve um relacionamento com BENEDITA – mas que não foi duradouro.

Depois casou-se com GENY DE SOUZA NUNES. Ela já havia sido casada antes e tinha um casal de filhos:

– ÁLVARO.

– MARIA.

Bernardo e Geny tiveram nove filhos:

5.4. ANTONIA REGINA NUNES DE ALMEIDA, nasceu em 03/02/1956. Em 14/09/1974 casou-se com CINÉSIO VIRGÍLIO DE ALMEIDA, nascido em 17/10/1948. Tiveram sete filhos:

4.1. SIMONE REGINA DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 18/09/1973. Casou-se com JAIMIVALDO DA ROCHA LOPES, nascido em 09/04/1973. Passou a chamar-se Simone Regina de Almeida Lopes. Tiveram quatro filhos, todos nascidos em São Paulo, Capital:

1.1. GUSTAVO DE ALMEIDA LOPES, nascido em 25/02/1998.

1.2. GUILHERME DE ALMEIDA LOPES, nascido em 12/08/2003.

1.3. GABRIELA DE ALMEIDA LOPES, nascida em 28/01/2008.

1.4. JÉSSICA.

4.2. ROGÉRIO VIRGÍNIO DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 22/12/1975, e casou-se com ADRIANA JOSEFA ANDRADE – que passou a se chamar Adriana Josefa Andrade de Almeida. Tiveram:

2.1. VÍTOR HUGO, nasceu em 2009. Natural de São Paulo Capital.

4.3. REGIANE REGINA DE ALMEIDA, natural de São Paulo, Capital, nasceu em 06/03/1978. Casou-se com CLAUDEMIR PEREIRA DA SILVA. Pais de:

3.1. BEATRIZ DE ALMEIDA SILVA, nascida em São paulo, Capital, em 26/05/2000.

4.4. SÍLVIA REGINA DE ALMEIDA, nasceu em 22/04/1982. Natural de São Paulo, Capital, assim como seu marido, ADRIANO VASCONCELOS DE PORTUGAL. Tiveram:

4.1. LEVI DE ALMEIDA PORTUGAL, natural de São Paulo, Capital, nascido em 22/03/2007.

4.5. RODRIGO VIRGÍNIO DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 21/10/1983.

4.6. ÂNGELA REGINA DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 07/01/1985.

4.7. ANDRÉA REGINA DE ALMEIDA, nasceu em São Paulo, Capital, em 26/05/1986.

5.5. JÚLIO, nascido a 13/07/1959. Casado. Pai de:

5.1. [Filho de Júlio].

5.2. [Filha de Júlio].

5.6. BERNARDO NUNES, nasceu em 15/08/1961 e era, por profissão, polidor. Faleceu em 07/06/1986 de hemorragia interna traumática (morte violenta). Atiraram nele. Foi sepultado no Cemitério de Perus, em São Paulo. Não tinha nem um ano de casamento – que se deu em 12/07/1985, com VILMA PENHA DA MOTA NUNES.

5.7. FÁTIMA, nasceu em 1964. Com cerca de dez anos, em 1974, caiu e bateu a cabeça, vindo a falecer .

5.8. GENI, nascida a 04/10/1965. Casada. Mãe de:

8.1. [Filho de Geni].

8.2. [Filha de Geni].

5.9. PEDRO, nasceu em 29/03/1966. Casou-se duas vezes, sendo que do primeiro casamento teve uma filha.

9.1. [Filha de Pedro].

5.10. ÉDNA, nascida em 22/02/1968. Casou-se e teve:

10.1. Filho de Édna.

10.2. Filho de Édna.

5.11. MÍRIAM, nasceu em 22/06/1969. Casada.

5.12. CLAUDINO.

1.6. FRANCISCA, já falecida, casou-se com TEODORO.

1.7. MARIA, já falecida, casou-se com PEDRO.

1.8. ANTÔNIA, falecida.

OBSERVAÇÃO:  o  genograma  do  ramo  Nunes  de  Nossa  Grande  Família encontra-se disponível para download neste link.

Nossa Grande Família ( IV ) – Santos

Santos é o nome de família por parte do lado materno de minha avó paterna, Sebastiana. Também é um ramo acerca do qual não me aprofundei muito, mas alguma coisinha consegui amealhar…

Comecemos com ANTONIO CARLOS DA SILVA SANTOS, meu trisavô, que foi casado com OLÍVIA AUGUSTA DE CASAES, minha trisavó. Tiveram, que eu tenha tido notícias, pelo menos oito filhos.

1. HIPONINA, que foi casada e teve ao menos uma filha.

1.1. GERALDA.

2. “TIQUITA” (desconheço o verdadeiro nome).

3. “BIRÉ” (também desconheço o verdadeiro nome), que foi casada com JOÃO DUQUE.

4. CLARA.

5. LAURA DE CASAES SANTOS nasceu em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 24/09/1898, e faleceu em 08/06/1962. Casou-se com ALCINDO DE PAULA MAIA, nascido em 12/09/1898 no Turvo, RJ, e falecido em 1939 (mais detalhes sobre ambos no Capítulo III). São os meus bisavós, pais de  minha avó SEBASTIANA DOS SANTOS MAIA.

6. RITA  “BUTI”.

7. ISABEL CASAES DOS SANTOS, natural de Santa Rita de Jacutinga, MG, e conhecida como “Tia Belinha”. Foi casada com ANTONIO FERREIRA NUNES, natural de Liberdade, MG, e tiveram doze filhos. Um detalhe: estes Nunes não têm nada a vere com os Nunes do Capítulo V…

7.1. MARIA APARECIDA.

7.2. ISABEL.

7.3. “TONINHA”.

7.4. “TEREZINHA”. Faleceu criança.

7.5. OLÍVIA.

7.6. MANOEL  “NECO” NUNES.

7.7. JOSÉ NUNES, nasceu em 23/09/1933 e faleceu em 26/01/2016. No dia 10/05/1959 casou-se com BRÍGIDA APARECIDA DE JESUS, nascida em 06/08/1939 (mas que somente foi registrada três dias depois), filha de FRANCISCO VIEIRA DOS SANTOS. Após o casamento ela adotou o nome de Brígida Aparecida de Jesus Nunes.

José Nunes e Brígida tiveram quatro filhos.

7.1. FRANCISCO DE ASSIS NUNES, de 16/05/1962. Casou-se com ROSEMAR DOS SANTOS NEVES e tiveram:

1.1. FLÁVIA CRISTINA NUNES.

1.2. NATÁLIA FERNANDA NUNES.

1.3. MATEUS FRANCISCO NUNES.

7.2. JOSÉ CARLOS NUNES, de 19/03/1964. Casou-se com ANA RITA DOS SANTOS, nascida em 13/07/1964, e que após o casamento passou a assinar Ana Rita dos Santos Nunes. Seus filhos:

2.1. LUÍS FELIPE NUNES.

2.2. CARLOS HENRIQUE NUNES.

7.3. MARIA ISABEL NUNES, de 26/08/1967. Casou-se com ADÉLCIO FERNANDO CORRÁ e tiveram:

3.1. FABIANA NUNES CORRÁ.

3.2. FERNANDA NUNES CORRÁ.

7.4. VERA LÚCIA NUNES, de 18/06/1969.

7.8. ANA.

7.9. JOÃO.

7.10. VERÔNICA.

7.11. “DITO”.

7.12. EXPEDITO. Faleceu com apenas dois meses.

8. JOSÉ CASAES SANTOS.

OBSERVAÇÃO:  o  genograma  do  ramo  Santos  de  Nossa  Grande  Família encontra-se disponível para download neste link.

 

Nossa Grande Família ( III ) – Maia

Maia é o nome de família por parte do lado paterno de minha avó paterna, Sebastianna. Não é um ramo que eu tenha me aprofundado muito – mais por falta de oportunidade que por falta de interesse. Mas, ainda assim, com a ajuda de alguns parentes e de muitos causos que me foram contados, consegui amealhar um tanto de informação sobre esse ramo familiar…


Fausto de Magalhães Maia

Até onde consegui levantar, este ramo da nossa família começa com FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA, meu trisavô – avô de minha avó. Nascido em 12/05/1871 em São João Del Rey, MG, há notícias de que teria sido filho de um português. Segundo se conta foi um homem de poderes e posses, que estudou Medicina e era excelente conhecedor do Direito e de matérias jurídicas de um modo geral, inclusive, por vezes, substituindo juízes em diversas comarcas e, em especial, na região de Aiuruoca, MG.

Teria sido, ainda, um homem culto e bastante simples, além de humanitário – isso porque muitas vezes sequer cobrava de seus pacientes os remédios que prescrevia. No Diário de Ouro Preto de 23/08/1897 (ou seja, com apenas 26 anos) consta que ele e sua primeira mulher eram professores municipais no Turvo, RJ.

Costumava também escrever artigos para alguns jornais, em especial crônicas e poesias. Algumas foram publicadas no jornal O Bananal, em 1912, e outras no jornal O Pharol, entre 1935 e 1937, sempre sob a assinatura de Fausto Maia.

Fausto casou-se duas vezes. Seu primeiro casamento se deu com JOSEPHINA AUGUSTA DE PAULA, minha trisavó, também nascida em São João Del Rey, MG, e com quem teve quatro filhos. Dizem as lendas familiares que após a separação Fausto teria enviado algumas pessoas para buscar seu filho caçula – mas que na realidade era um engodo, pois nunca mais o devolveu aos cuidados da mãe, que acabou por perder o juízo. Ou teria levado o filho justamente em decorrência da falta de sanidade da mãe. Mas sabe-se lá o quanto de verdade ou não essas histórias comportam…

Seu segundo casamento foi com MARIA VIEIRA, com quem teve ao menos seis filhos.

Fausto faleceu em 22/02/1947 e possuía uma fazenda em Rio das Pedras.

Do casamento de FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA com JOSEPHINA AUGUSTA DE PAULA nasceram ao menos:

1. PAULINO.

2. NELSON DE PAULA MAIA, que foi casado e teve ao menos um filho.

2.1. [Filho de Nelson] que também teve ao menos uma filha.

1.1. MARIA APARECIDA MENDONÇA NAZARÉ.

3. ALCINDO DE PAULA MAIA, meu bisavô, nasceu em 12/09/1898 no Turvo, RJ, onde era lavrador. Já em 16/06/1919, em Santa Rita de Jacutinga, MG, casou-se com LAURA DE CASAES SANTOS, nascida naquela cidade em 24/09/1898, filha de ANTONIO CARLOS DA SILVA SANTOS e de OLÍVIA AUGUSTA DE CASAES (mais detalhes no Capítulo IV).


Alcindo, Laura e três dos oito filhos que tiveram.

Alcindo faleceu novo, no ano de 1939 e com apenas 41 anos – quando seu filho Sebastião tinha cerca de 15 anos. Dizem alguns membros da família que poderia ter sido sido envenenado por uma pessoa com que teria tido um desentendimento à época, pois ficou doente por um longo período antes de sucumbir. Já outros são de opinião de que teria falecido de diabetes não tratada, o que se conclui pelos sintomas apresentados e por se tratar de uma doença recorrente na família. Mais um pequeno mistério que o tempo poderá vir a esclarecer. Ou não.

Já Laura foi quem cuidou de Dona Josephina, sua sogra, após esta ter “ficado louca”.  Conta-se na família que às vezes, muitos anos depois de ter seu filho levado pelo ex-marido, Laura ainda tinha de acudi-la, pois acordava durante a noite e dizia estar trocando as fraldas de seu filho…

Laura faleceu em 08/06/1962. Ela e Alcindo tiveram os seguintes filhos:

3.1. SEBASTIANA DOS SANTOS MAIA, minha avó, mãe de meu pai, que nasceu à 01:00h na Fazenda Canta Gallo, em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 13/04/1920 (ainda que tenha sido registrada com a data de 20/04/1920) e faleceu em São José dos Campos, SP, aos 80 anos de idade, em 10/10/2000. Foi casada com ANTONIO DE ANDRADE, filho de JOÃO AGNELLO DE ANDRADE e de IRIA RITA DE BEM (mais detalhes de sua geração no Capítulo II).

3.2. OLÍVIA MAIA, nascida em 1921 e cujo apelido era “Vinha”. Foi casada com JOSÉ MARQUES MACHADO, filho de BENEDICTO MARQUES DE OLIVEIRA e de JÚLIA VIRGÍNIA DE JESUS, bem como irmão de Carolina e de Marciana, ambas já citadas no Capítulo I, em 1.1 e 1.2.

3.3. ALCINDO, que, supõe-se, provavelmente faleceu pequeno.

3.4. PAULO MAIA, que foi casado com SABINA. Conta-se que faleceu quando estava descansando com o apoio em um dos estribos do arreio do cavalo, quando passou um caminhão, esbarrou no animal, fez com que perdesse o equilíbrio e caísse embaixo de uma das rodas do veículo.

3.5. SEBASTIÃO DOS SANTOS MAIA, nascido em 01/09/1924. Era conhecido como “Tião” e, também, como “O Gordo”. Após uma doença, provavelmente um derrame, ficou impossibilitado de se locomover e até mesmo de se comunicar. Era natural de Santa Rita de Jacutinga, MG, onde, em 31/10/1949, casou-se com MARIANA MADALENA DE SOUZA, também nascida em Santa Rita em 08/10/1924, e que após o casamento passou a assinar Mariana Madalena Maia. Ela era filha de EMERENCIANO FRANCISCO DE SOUZA e de LEOPOLDINA MARIA DE JESUS.

3.6. JOÃO MAIA, de apelido “Dédo” ou “Dedé”, foi casado com RITA DE SOUZA MAIA, nascida em 1929, filha dos já citados EMERENCIANO FRANCISCO DE SOUZA e de LEOPOLDINA MARIA DE JESUS, bem como irmã de Mariana. João faleceu no ano de 1981.

3.7. ANTONIO MAIA, casado, cujo apelido era “Baiola”.

3.8. JOSÉ DOS SANTOS MAIA, nascido em 1932 e mais conhecido como “Tio Bilu”. Foi casado com Tereza, com quem teve cinco filhos.

8.1. JOÃO PAULO MAIA, sujeito que sempre gostou muito de fotografia. Morou muitos anos em Pindamonhangaba, SP, mas depois retornou para Santa Rita de Jacutinga, MG.

8.2. JOSÉ, mais conhecido como “Zezinho” .

8.3. MARIANA.

8.4. RITA.

8.5. ALCINDO, mesmo nome de seu avô e mais conhecido como “Dino” .

4. ARQUIMEDES, o caçula e, pelo que se sabe, o garoto que foi “sequestrado” pelo pai.

FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA casou-se pela segunda vez com MARIA VIEIRA (também conhecida como o “Mariquinha”) com quem teve:

5. HÉLCIO MAIA.

6. ZÉLIA.

7. GASTÃO.

8. JESUS NATALINO, cujo apelido era “Juju” .

9. ODILON.

10. ADEMAR VIEIRA MAIA, que em 12/09/1942 casou-se com DALVA APARECIDA NOVAES, nascida em 20/04/1921 em Santa Rita de Jacutinga, MG. Ambos já são falecidos, ela aos 69 anos, em 04/09/1990 e ele com 91 anos.

Dalva era descendente da tradicional família mineira Novaes, filha de SEBASTIÃO TEODORO DE NOVAES (*1883 +1961) e de MARIA FLORIDA DA CUNHA (*15/04/1905), neta paterna de FRANCISCO ANTONIO DE NOVAES (*1847 +14/10/1901), que em 1878 casou-se com JOAQUINA IGNÁCIA DE SOUZA OLIVEIRA (*1855 +20/07/1915) e, por essa mesma linha paterna, bisneta de AGOSTINHO FRANCISCO DE NOVAES (*1816 +1875) e de SEBASTIANA GARCIA DA SILVA.

Ademar e Dalva tiveram:

10.1. CÉSAR MAIA NOVAES, nascido em 07/03/1946 em Santa Rita de Jacutinga, MG. Casou-se com sua prima MARIA DE LOURDES NOVAES (filha de Pedro Novaes, irmã de Dalva), nascida em 23/08/1953 e professora da rede pública de ensino. Tiveram um casal de filhos.

1.1. THIAGO MAIA NOVAES, nascido em 10/10/1980.

1.2. THAÍS MAIA NOVAES, nascida em 06/01/1983.

10.2. PAULO ROBERTO NOVAES MAIA, natural de Santa Rita de Jacutinga, MG, onde nasceu em 11/01/1953. Casou-se com MIRIAM NEVES DUTRA e tiveram um filho.

2.1. EDUARDO NEVES DUTRA NOVAES MAIA, nascido em 02/04/1992.

10.3. MARIA SHIRLEI MAIA NOVAES é uma das gêmeas que nasceu em 26/10/1949 em Santa Rita de Jacutinga, MG. Casou-se com JOÃO CORREA NETO, nascido em 31/03/1931, militar reformado na cidade de Juiz de Fora, MG. Seus filhos:

3.1. BEATRIZ SHIRLEI MAIA CORREA, de 11/03/1963.

3.2. JOÃO DENILSON MAIA CORREA, de 22/02/1964.

3.3. KÁTIA MAIA CORREA, de 13/08/1966.

10.4. MARILENE MAIA NOVAES é a outra das gêmeas, também nascida em 26/10/1949 em Santa Rita de Jacutinga, MG. Casou-se com seu primo NIVALDO NOVAES (filho de José Novaes, irmão de Dalva), nascido em 26/08/1933. Ela é professora do Ensino Fundamental na cidade de Caçapava, SP e ambos têm uma filha:

4.1. ANA CAROLINA MAIA NOVAES, nascida em 10/11/1982.

10.5. MARIA DAS GRAÇAS MAIA NOVAES, é a caçula, nascida em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 28/07/1951, que casou-se com NAIME KALIL SAAD, nascido em 04/03/1960, engenheiro civil na cidade de Caçapava, SP. Sem geração.

OBSERVAÇÃO:  o  genograma  do  ramo  Maia  de  Nossa  Grande  Família encontra-se disponível para download neste link.

Nossa Grande Família ( II ) – Andrade

No último episódio (heh… bonito isso…) havíamos parado em meus avós paternos. Essa foto aí de cima foi uma montagem inspirada num desenho que minha tia Pedrina mandou fazer e executada graças às habilidades de minha amiga Fernanda Vinhas. Mesmo estando juntos na foto, mais de trinta anos os separam, pois a foto original dela é muito mais recente que a dele. Mas vamos continuar mais ou menos do mesmo ponto da narrativa anterior.

Como já havia dito, ANTONIO DE ANDRADE, meu avô, nasceu em Santa Rita de Jacutinga em 06/03/1909, mesmo local onde, por volta de 1936, casou-se com SEBASTIANNA, a qual nasceu à 01:00h na Fazenda Canta Gallo, em Santa Rita de Jacutinga, MG, em 13/04/1920 (ainda que tenha sido registrada com a data de 20/04/1920) e faleceu em São José dos Campos, SP, aos 80 anos de idade – também encontrada como “Sebastiana dos Santos,” assim como SEBASTIANA DOS SANTOS MAIA – que é o nome o qual vou adotar como de solteira. Após o casamento passou a assinar Sebastiana dos Santos Andrade. Isso sem nem contar o apelido de “Inhosa”…

Sebastiana era filha de ALCINDO DE PAULA MAIA e de LAURA DE CASAES SANTOS, neta paterna de FAUSTO DE MAGALHÃES MAIA e JOSEPHINA AUGUSTA DE PAULA, neta materna de ANTONIO CARLOS DA SILVA SANTOS e OLÍVIA AUGUSTA DE CASAES.

Ainda que Antonio se tratasse de homem forte, acostumado com a vida do campo, Antonio faleceu cedo, com apenas 61 anos de idade. Era eleitor em Igaratá, SP, e lavrador, quando no campo. Não o conheci, pois eu contava apenas com um ano e pouco na época de sua passagem.

Apesar de Antonio e sua mulher Sebastiana terem nascido em Santa Rita de Jacutinga, após o casamento mudaram-se para a cidade de Ipiabas, próximo ao (ou no) Rio de Janeiro. Foram para lá em busca de trabalho. Após algum ele tempo montou um salão de barbeiro próximo à estação de trem, o que lhe garantia o sustento, bem como o dinheiro para umas cachacinhas de vez em quando (ou seja, tá no sangue…).

Tudo indica que, mesmo em Ipiabas, Antonio já tinha o firme propósito de mudar-se com a família para São José dos Campos, SP, para onde seu irmão já havia se transferido anteriormente. Mas, antes disso, juntamente com a prole, voltou para Santa Rita de Jacutinga, onde permaneceu por mais três anos antes da mudança definitiva para o Estado de São Paulo.

Vieram para São José dos Campos de trem, no final da década de 40, após o irmão de Antonio já ter vindo e se certificado de que haveria trabalho para ele. Ao chegar dedicaram-se à cultura da terra: feijão, milho, arroz – sendo que este, ao contrário do que costumamos ver hoje em dia, era plantado nas encostas dos morros, por meio de sementes. Já em território joseense moraram em diversos locais, sempre plantando e criando um “gadinho” – tendo passado pelas terras do Sá Flor, dali para as terras de João Vítor, depois para as de Júlio Cândido, Benedito Prianti, e por fim de Ditinho Cerqueira.

Mas nem só da terra viviam. Antonio empregou-se na fazenda de Jorge Tinoco, marido de D. Elza, onde fazia serviços diversos, principalmente de marcenaria. Esse Jorge Tinoco ainda era vivo até pouco antes do ano 2000. A respeito de sua habilidade como marceneiro, esta foi utilizada até mesmo quando do falecimento da avó de sua esposa. Era uma velhinha que morava com a família, mas já sem a plenitude de suas faculdades mentais. Tanto o é, que quando lhe dava na telha fazia suas necessidades onde quer que fosse, sem preocupar-se com a intimidade. Ia para o terreiro, abaixava-se, quando muito, e ali mesmo se aliviava… Pois bem, quando esta faleceu – em casa mesmo, pois naquela época e local não haviam hospitais ou similares, no máximo havia o farmacêutico, o qual fazia o papel de médico e tudo o mais – foi Antonio, com suas habilidades de marceneiro, quem fez o caixão para seu enterro.

Mas, apesar da vida sofrida, eram animados. Para se ter uma ideia, de certa feita, num baile de arrasta-pé na casa de um amigo, os convidados chegaram a conclusão de que a sala estava muito pequena para dançar. Como a casa era feita de pau-a-pique decidiram simplesmente derrubar a parede! Toca a empurrar daqui, bater dali, até que alguém surgiu com um machado. Assim, às machadadas, a parede foi dando lugar a um verdadeiro salão para dança. Mas a que custo! Numa dessas machadadas voou uma lasca de bambu que foi para exatamente num dos olhos de Antonio. Apesar do acidente, o baile simplesmente continuou. Já seu Antonio nunca mais voltou a enxergar direito daquele olho…

Antonio faleceu às 10h20min de 30/09/1970, em São José dos Campos, SP. Foi declarado como causa mortis: anoxia, edema cerebral, acidente vascular cerebral isquêmico. Foi sepultado no Cemitério de Santana, em São José dos Campos, SP, na quadra 11, jazigo 2103.

Já Sebastiana somente veio a falecer em 10/10/2000, às 07h05min, também em São José dos Campos, SP. Como causa mortis: hipoxemia, insuficiênica respiratória, acidente vascular cerebral. Também está sepultada no Cemitério de Santana, juntamente com Antonio.

Antonio e Sebastiana tiveram, ao todo, doze filhos, sendo alguns nascidos em Santa Rita de Jacutinga, MG, outros em Ipiabas, RJ, e os demais em São José dos Campos, SP:

8.1. JOSÉ BENTO DE ANDRADE, o filho mais velho, vulgo meu pai, nascido em Santa Rita de Jacutinga em 27/04/1937, que casou-se em 23/04/1960, em São José dos Campos, SP, com BERNARDETE NUNES, paulistana (apenas por acidente, mais tarde eu explico), nascida em 10/09/1943. Tiveram três filhos (conforme Capítulo IX).

8.2. FÉ ANDRADE, nasceu em 09/01/1938 e faleceu cedo, em 14/07/1987, com apenas 47 anos de idade. Casou-se em 18/07/1957 com IVAN RAMOS PRIANTI, nascido em 30/10/1934, e moravam em Igaratá, SP. Tiveram sete filhos, sendo cinco homens e duas mulheres.

8.3. ROBERTO DE ANDRADE, nascido em 10/10/1940. Conhecido por todos como “Alemão”, e sempre com sua barba característica (a qual tirou umas poucas vezes na vida), um solteiro por convicção, e um ébrio por opção. Único dos filhos que, no decorrer de toda sua vida, não perdeu contato com a lida na “roça”. Foi ele quem manteve, enquanto foi possível, o sítio que a família possuía lá pros lados do Bom Sucesso, em São José dos Campos, SP. Não teve filhos.

8.4. ESPERANÇA DOS SANTOS ANDRADE, nascida em 27/09/1942, em Ipiabas, RJ. Casou-se com o divertido e gozador OLAVO ALVES DE SOUZA, natural de Passa Vinte, MG, nascido em 04/04/1940, filho de Emerenciano Antonio de Souza e Mariana Alves Aquino de Souza, neto (pelo pai) de Joaquim Saturnino de Souza, e, pela mãe, neto de Álvaro Marcelino de Aquino e Ana. Tiveram nove filhos, cinco homens e quatro mulheres.

Quando Esperança tinha seus 18 anos, decidiu fugir de casa com Olavo para se casarem. Ela jamais se arrependeu disso, exceto pelo fato que seus pais ficaram sentidos por um bom tempo. Mas tudo passa e não demorou muito para toda a família voltar às boas.

Olavo faleceu em Tremembé, SP, no dia de seu próprio aniversário, em 04/04/2015, quando completaria 75 anos, vítima de um acidente de automóvel ocorrido em 28/01/2015. O acidente se deu ao ele perder a direção do veículo, travar o pé no acelerador e avançar em alta velocidade até bater. Provavelmente ali mesmo ele já estava sendo vítima de algum tipo de ataque…

8.5. CARIDADE DE ANDRADE, que veio a completar a trilogia das três irmãs “Fé, Esperança e Caridade”, nasceu em 09/04/1945 em Ipiabas, RJ, e, com cerca de 20 anos, casou-se com ARI RAMOS ARANTES, natural de Igaratá, filho de José de Souza Ramos e Joaquina Laudelina Arantes, tendo nascido em 25/10/1938 e falecido com apenas 44 anos, num acidente em 01/07/1983. De minhas lembranças da infância, essa era uma das tias com quem sempre mantínhamos contato, sendo que volta e meia estávamos nós na cidade vizinha de Jacareí, onde eu e minhas primas nos divertíamos nas correrias e estripulias próprias de nossa idade. Foram os pais de seis filhas.

8.6. LUIZA, que nasceu após a Caridade, provavelmente por volta de 1947, segundo suas irmãs mais velhas viveu por apenas 21 dias, tendo falecido de “tosse comprida” (o nome popular para a doença conhecida como coqueluche).

8.7. FELISBERTO DE ANDRADE, o “Tio Dinho”, nasceu em 14/07/1949, tendo se casado em 1969 com MARIA APARECIDA MACHADO, nascida em Igaratá, SP, em 12/08/1954, filha de Pedro Antonio [Firmino] Machado e de Lourdes Maria Machado, neta paterna de Antonio Firmino Pires e de Benvinda de Jesus. A exemplo de sua irmã, Esperança, também fugiu para casar, pois Pedro Firmino, pai da moçoila, estava se mudando e Felisberto receou que não voltaria a ver sua então namorada Maria. Como ele emprestou o cavalo de seu cunhado, Olavo, para levar a cabo seu intento, Antonio, meu avô, teve certeza de que também havia o “dedo” do Olavo nessa história – motivo pelo qual deixou de falar com ele por um bom tempo depois disso. Parece que era bravo esse seu Antonio… Felisberto e Maria tiveram dois filhos.

8.8. JORGE ANDRADE nasceu em 10/12/1952 e casou-se com ELZA MARIA DAS GRAÇAS, nascida em 06/02/1952 – mas separaram-se. Dos tempos difíceis do início de seu casamento, na década de 70, quando inclusive chegou a trabalhar com meu pai nas oficinas da Transportadora Rennó, passou a uma situação bastante confortável, quando começou a investir no comércio, especificamente no ramo de padarias. Também foi um dos proprietários do Barcelona, uma casa noturna (danceteria) de São José dos Campos. Bon vivant até o fim, faleceu na madrugada de 01/01/2007, aos 54 anos. Com Elza teve uma filha e, mais tarde, com SAMARA DELMIRIO, nascida em 20/09/1978, teve mais um filho.

8.9. GERALDO DE ANDRADE, nascido em 26/02/1957, vulgo “Gêra”. Portador de um retardo em grau leve, o que nunca o atrapalhou em absoluto na convivência em sociedade, mas que lhe determinou uma vida de solteiro. Sistemático e cuidadoso tinha em vida uma coleção de CDs e LPs de fazer inveja a muita gente. Faleceu em 17/10/2014, em São José dos Campos, SP, após um longo período acamado e já não reconhecendo as pessoas ao seu redor. Sem filhos.

8.10. MARIA MADALENA DE ANDRADE, nascida em 27/03/1959, casou-se em 14/09/1979 com JOSUÉ RAYMUNDO PEREIRA, nascido em 25/03/1946. Durante muito tempo foram os proprietários de uma padaria próxima à praia, em Ubatuba, no litoral norte paulista, onde moravam. Sua casa à época era um verdadeiro refúgio para todos os parentes que resolviam ir até o litoral, sendo como coração de mãe: sempre cabendo mais um, não importava quantos já estivessem por lá. Tiveram três filhos: um homem e duas mulheres.

8.11. PEDRINA DE FÁTIMA ANDRADE, nascida em 29/06/1961, casou-se em 12/05/1984 com ÂNGELO MENDES FERREIRA, de 18/07/1947. A “Pêdra”, como também é chamada, sempre ajudou seu marido no bar, bem como na própria casa, onde possuem algumas “criações”, pomar e até mesmo um pesqueiro. Nos dias de hoje, juntamente com o filho, possuem no local o restaurante “Toka do Sujinho”.

Dia desses andava meio estressada com tanta correria e pela bagunça que seus filhos estavam fazendo. A Laura, sua irmã mais nova e que estava com ela na ocasião, e resumindo bem a responsabilidade que é ser uma mulher casada, trabalhadora, com filhos pra criar e casa pra cuidar, saiu-se com essa: “Pêdra, você lembra quando a gente era pequena, levantava às cinco da manhã, para encher o cocho das vacas, atravessava a represa pra cortar lenha e voltava com o barco abarrotado, faltando apenas uns dois dedos da borda pra entrar água e ainda sem saber nadar?”

“Lembro”, respondeu Pedrina. “Por quê?”

“A gente era feliz e não sabia…”

Pedrina e Ângelo tiveram quatro filhos, sendo um homem e três mulheres – e as duas mais novas, gêmeas.

8.12. MARIA LAURA DE ANDRADE é minha tia caçula, mais nova, inclusive, que meu irmão mais velho. Nasceu em 15/11/1962, e em 17/10/1981 casou-se com LUCÍLIO JOSÉ DOS SANTOS, de 19/02/1953. Separaram-se alguns anos depois.

Quando pequena, com cerca de dois anos, quem cuidava da pequerrucha normalmente era a Esperança ou a Caridade, das quais morria de ciúme. Tanto o é, que quando o tio Ari, ainda rapazola, começou a namorar a tia Caridade, ela ficava escondida pelos cantos e, de quando em quando enfiava sua cabecinha loira pela porta e dizia um sonoro “fiaputa!”, pondo-se a correr, para logo em seguida voltar e repetir a dose…

Sua recordação mais antiga não é uma das mais agradáveis: lembra-se de quando tinha cerca de quatro anos e seu irmão Jorge a colocou na cangalha de um burro, próximo do gado que estavam tocando. Pois não é que o burro disparou com a Laura em cima, encaixada na cangalha e bem no meio da vacaria! E quem disse que alguém conseguia segurar o animal? A muito custo pegaram o bicho, dando graças a Deus por ela não ter caído e sido pisoteada pelo gado.

Teve três filhos: uma mulher e dois homens, todos casados.

OBSERVAÇÃO: Toda a descendência de Antonio e Sebastiana, contando com 137 indivíduos entre seus filhos, netos, bisnetos e trinetos, encontra-se publicada no Livro da Família Andrade.